Bucciali TAV-32 1932 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniatura
Bucciali TAV-32 1932
Modelo real
A França do entre guerras mostra alguns dos automóveis mais ousados e luxuosos já concebidos, verdadeiras manifestações de estilo e engenharia que refletiam a sofisticação da Belle Époque tardia.
A marca Bucciali, fundada pelos irmãos Angelo e Paul Bucciali, sempre foi sinônimo de experimentação e audácia, por apostar na tração dianteira em automóveis luxuosos de produção artesanal, destinados a poucos privilegiados. O TAV 8-32 representava o ápice dessa filosofia, combinando técnica avançada com um design arrebatador.
Berlina rebaixada única portadora do Chassis do TAV-32 é o sexto e último automóvel fabricado por Buciali, carimbado com o nº 000101, será montado em forma de Roadster, em 1931, por Guilelet, em Angeres O carro TAV8-32, venceu o prêmio de honra no Concurso de Elegância de Nice de 1931, no sul da França.e vendido a Georges Roure com motor V12 Avions Voisin.
Novamente carroçado como Berlina por Saoutchik no ano seguinte. é revendido a Rivaud que o conserva-o durante três anos. apesar dos seus problemas. Apaixonado pela sua carroçaria, manda instalar-lhe um chassis Bugatti com o motor tipo 46s de compressor. Apos a guerra um militar Americano compra o carro híbrido e leva-o para os Estados Unidos, para o revender em 1970 em Washington a Walter Baker Weimer. O chassis foi desmontado, mas o eixo dianteiro e o motor Voisin fazem parte do negócio de Serge Pozzoli. Ray Jones compra-o em 1969 e adquire-o em 1971. Ao Bugatti com carocaria Bucciali é lhe retirado o chassis Bugatti e começa a reconstrução do TAV8-32 à partir dos planos originais. Longarinas novas formam o chassis e o eixo traseiro é reconstruído em Detroit em 1976. Vem para França e quando regressa a América falta-lhe apenas a cabine do piloto. e os trabalhos suspensos. Em São Francisco revende o carro a Lee Gohlike, em 1980, que também pensava reconstruir o cabriolet
Ao tomar conhecimento dos trabalhos de Jones, Perkins, que também julgava ter comprado um carro autêntico, cancela a sua venda
Gohlike vende o Bucciali pela segunda vez em 1982, a Clarence Johnson, que lhe manda fazer o que falta e o restauro termina em 1997, e ser exposto no Retromobile em Paris no ano de 1998.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula 710BA3 actualmente 1710BA3
Referencia nº 21 preço 9€99
Matricula 710 BA3
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
195º Encontro de Clássicos Além Corgo Janeiro 2025 parte 3
Num contante vai e vem, as máquinas desfilavam perante a admiração dos presentes…
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Fiat 850 1967 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1659ª Fiat 850 1967 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
O Albertino tinha um, e por vezes levava-nos a dar uma volta e quando havia recebia era pelo circuito.
Modelo real
A Fiat achou conveniente preenche o vazio entre o 600 e o 1100, já desatualizados, com um modelo um pouco maior que que o 600
O primeiro protótipo foi um três volumas de quatro portas muito parecido com o Simca 1000, apresentado meses depois no Salão de paris de 1961.
A indignação da antiga filial francesa, obrigou a trocar o design, com Dante Giacosa a realizar vários protótipos, com motores e cilindradas diversas incluindo um três cilindro em linha refrigerado a ar, mas optaram por aumentar a cubicagem dos 4 cilindros do 600 em 3 mm o diâmetro dos cilindros da versão 767cc do 600D para chegar aos 843cc pelo inovador dois volumes em Maio de 1964
O FIAT 850 é um sedan de cinco lugares concebidos para acomodar confortavelmente uma família composta por um casal e três filhos e duas portas,
Na continuidade do FIAT 500 e 600, o FIAT 850 utilizava uma estrutura, com motor localizado longitudinalmente na traseira e propulsão traseira. No entanto, a sua arquitetura interior o tornou um veículo mais confortável e espaçoso do que os seus ilustres antecessores, com uma distância entre os eixos muito semelhante à do 600.
Com um porta-malas sob o capot dianteiro e, o encosto rebatível nos bancos traseiros para transportar cargas volumosas.
O compartimento traseiro escondia, motor FIAT de 4 cilindros e 843 cm³ que estava associado a uma transmissão manual de 4 velocidades e 34 cv que, dado o peso de 670 kg deste carro, estabelecia uma velocidade máxima de 120 km/ h. O 850 Super, com 37 cv, também apareceu no catálogo. Em 1968, um motor de 52 cv e 903 cm³ seria adicionado à linha.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 26 preço 9€99
Matrícula portuguesa ID-63-51
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ford Escort RS 1800 - Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1658ª Ford Escort RS 1800 – Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
N°01: Ford Escort RS 1800 : Joaquim Santos / Miguel Oliveira: 1983
O primeiro exemplar da nova Colecção de miniaturas Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya mais uma das muitas que existem
Fui buscar a Auto Mundo
A DIABOLIQUE nasce quando Miguel de Oliveira um apaixonado pelos carros de corrida, ele próprio um corredor, funda a Team Diabolique Motorsport. E decide patrocinar as suas próprias equipas com os perfumes DIABOLIQUE.
Modelo real
Na primeira etapa, na serra de Sintra, Joaquim Santos foi atrasado por César Vilela, o vice-campeão brasileiro de Ralis. Na segunda etapa, entre o Estoril e a Povoa de Varzim José Pedro fontes não passou de Montejunto e António Rodrigues sentiu problemas na caixa de velocidades , o que ajudou Joaquim Santos a assumir o primeiro lugar entre os Nacionais, posição que manteve na terceira etapa. Disputada no Minho. no Norte do pais o piloto da Diabolique , ganhou vantagem sobre Carlos Tores em Ford Escort RS e Santinho Mendes , Datsun 160J.
Na quarta etapa, que rumou a Viseu, Carlos Torres foi obrigado a desistir com problemas na suspensão, uma vez que o Datsun de Santinho Mendes já estava bastante atrasado. As passagens por Serra de Arganil seriam, decisivas. Joaquim Santos começou a afirmar a sua vantagem, mas, no troço da Candossa, um semieixo deixou-o a beira do abandono. . O auxílio do publico foi decisivo, a equipa logrou chegar ao final da classificativa, e dai até a sua assistência.
Santinho Mendes foi o mais azarado, caiu num buraco no troco de Arganil, deixando Carlos Bica no segundo lugar dos portuenses., mas suficientemente longe para não ser uma ameaça para Joaquim Santos, que viria a terminar no 15º lugar numa prova ganha por Hannu Mikkola no Audi Quatro.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 1 preço
Matricula GU-82-90
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Porsche 803 GT3 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1491ª – Porsche 911 GT3 “Chereau” Pirrelli Super Cup 1999
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt3-cup-um-olhar-sobre-as-2101440
1461ª – Porsche 911 GT3 1999 Colecção Porsche Planeta De Agostini
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt3-1999-um-olhar-sobre-2079104
1409ª – Porsche 911 GT2 2000 Colecção Porsche Planeta De Agostini
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt2-um-olhar-sobre-as-2041848
1379ª – Porsche 911 GT3R 2000 Colecção Porsche Planeta De Agostini
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt3r-um-olhar-sobre-as-2025438
1361ª – Porsche 911 GT2 1996 Colecção Porsche Planeta De Agostini
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt2-tipo-993-um-olhar-2014047
1322ª – Porsche 911 GT1 1995 Colecção Porsche Planeta De Agostini
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt1-1995-straenversion-1991197
1168ª – Porsche GT2 “Jumbo Le Mans 1997 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt2-irmaos-breyner-um-1860614
Modelo real
Porsche 911 GT3 o puro sangue de competição é a versão de estrada do Porsche Supercup , uma competição organizada pela marca que coincide com ao grandes Prémios de Formula 1 e por isso o GT3 assemelha-se a um autêntico carro de Corrida
Uma nova era para o construtor de Zuffenhausen foi apresentado em março de 1999, quando a Porsche apresentou o 911 GT3, com 360 cv de potência, no Salão Automóvel de Genebra.
As linhas exprimem-se de maneira soberba no seu conjunto e desperta emoções, pelos trabalhos realizado no túnel de vento o desenvolvimento permitiu manter o mesmo coeficiente de penetração aerodinâmica do 911 Carrera.
O CX de 0,30 é um bom valor para um carro com as suas características e pneus tão largos, uns estribos laterais de novo design melhoram a aerodinâmica e toda a superfície inferior da carroçaria é carenada, dando lugar a um fundo plano até a linha do motor , o que facilita a passagem de ar de beixo do carro.
Alguns meses depois, a geração 996 do 911 passa a estar disponível e segue os passos dos icónicos modelos Carrera RS. O primeiro GT3 está equipado com um motor de 3,6 litros, uma evolução do motor boxer de seis cilindros atmosférico do 911 GT1.
Walter Röhrl distingui-o duas vezes campeão do mundo de ralis quando percorreu os 20,8 km do circuito de Nürburgring Nordschleife em menos de 8 minutos, tendo atingido os 302 km/h. Esta foi a primeira vez que um automóvel homologado para estrada conseguiu tal feito. Sete minutos e 56,7 segundos de sonoridade intensa e uma excecional adrenalina a alta velocidade, para ser mais preciso. “Esta é a coisa mais excitante que a Porsche está a colocar na estrada neste momento”, disse Röhrl depois de ter conseguido baixar dos oito minutos num automóvel de produção em série. “A direção no GT3 é muito precisa. Isto permite-nos fazer todos os tipos de curvas muito rápido – normalmente só vi afinações de chassis como esta no desporto motorizado”.
O icónico automóvel desportivo apresenta uma nova evolução, cada uma com as melhores inovações do desporto motorizado. A primeira atualização de produto do 911 GT3 surgiu em 2003 com um aumento de potência de 21 cv. Esta atualização funcionou com base no princípio de oferecer mais potência e mais binário com a mesma cilindrada e consumo de combustível.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº10 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – China
Ferrari 125 S Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1656ª Ferrari 125 S – Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari 125 S 1947
1109ª – Ferrari 125S 1947 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-125-s-um-olhar-sobre-as-1823945
Modelo real
Ferrari 125S
O Ferrari 125 S ou 125 Sport é um carro desportivo de 1,5 litro fabricado em 1947 em Modena, Itália.
Foi o primeiro veículo da Ferrari, do qual apenas duas unidades foram produzidas.
O primeiro veiculo automóvel construído por piloto de corrida Enzo Ferrari foi o Auto Avio Costruzioni 815, situação a que se viu obrigado pelo pacto com a Alfa Romeo.
Mas, o Ferrari 125 S foi o primeiro veículo a ostentar o nome Ferrari quando se estreou em 11 de maio de 1947 pilotadi por Franco Cortese, no Circuito de Piacenza., com o nº128, mas não terminou, apesar do bom desempenho contra os Maserati 6CS 1500.
O chassis do 125 S utilizava um chassis de estrutura tubular de aço e tinha suspensão de duplo braço oscilante com molas transversais na frente e eixo rígido na traseira. Os travões de tambor hidráulicos eram especificados na frente e na traseira.
O chassis com número de série 010I, utilizado na restauração de um 125 S. rumores de que 010I seja, na verdade, o número de série 01C. A história conta que o 01C foi remarcado como 010I e vendido a um cliente como um carro novo. Ao receber o carro, o novo proprietário exclamou imediatamente "muletto!", que significa "mula de teste" em italiano, pois percebeu claramente que seu carro supostamente novo era, na verdade, um carro usado e bastante rodado em corridas. A Ferrari emitiu uma nova nota fiscal para o carro, incluindo um desconto considerável devido à sua condição de usado.
Uma inspeção minuciosa do chassi e de seu número de série levou à descoberta de uma antiga marcação que possivelmente indicava 01C. estava coberta por uma placa de alumínio com o número de série 010I. Posteriormente, o carro foi vendido ao seu atual proprietário, que reequipou o chassi com uma carroceria semelhante à réplica do 125 S da fábrica, construída pela Michelotto em 1987. O suposto 01C fez sua estreia pública no Pebble Beach Concours d'Elegance, inscrito como um "Ferrari 125 S". e a história continua...
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 16 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Lagonda LG 6 Drophead Coupé 1938 Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Lagonda LG 6 Drophead Coupé 1938
Modelo real
Na década de 1930, os carros que utilizavam o motor Meadows, eram vistos como o caminho a seguir A Lagonda, teve o primeiro, o M45, lançado em 1934, utilizou o motor Meadows de 4,5 litros e seis cilindros com dupla ignição com bons resultados, sendo os sedans capazes de atingir 145 km/h e os modelos de turismo, 160 km/h em condições favoráveis. Sob a direção técnica do W. O. Bentley, o grande Lagonda tornou-se mais refinado, ganhando engrenagens sincronizadas, suportes de motor flexíveis e lubrificação centralizada do chassis, entre muitas outras melhorias.
A expressão máxima do imponente Lagonda com motor Meadows, o LG6 chegou em 1937. Anunciado simultaneamente ao Lagonda V12, projetado pela Bentley, o LG6 utilizava um chassis similar, com travessas diagonais, e suspensão dianteira independente por meio de braços triangulares de comprimentos desiguais e barras de torção. Foram produzidos dois comprimentos de chassi, padrão e longo, sendo o dos carros de seis cilindros mais longo que o do V12, e ambos os modelos vinham com carroceria própria da Lagonda. Independentemente do tipo de carroceria, o LG6 atingia cerca de 160 km/h, com versões mais leves capazes de velocidades consideravelmente maiores. Apenas 64 unidades do LG6 com entre-eixos curto foram fabricadas entre o início de 1938 e o final de 1939, além de 18 com entre-eixos longo, das quais acredita-se que cerca de 50 tenham sobrevivido. Estima-se que cerca de 25 sejam cupês conversíveis, como este exemplar.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Referencia nº 20 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Alfa Romeo Giulietta - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1654ª Alfa Romeo Giulietta 1958 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Alfa Romeo Giulietta 1958
O Giulietta entrou no imaginário quando surgiu em filmes como "Opiate '67", de Dino Risi, ao lado de estrelas de cinema como Marcello Mastroianni, Sophia Loren e Vittorio Gassman. o Giulietta Berlina apareceu na primeira capa da revista "Quattroruote" em fevereiro de 1956.
Modelo real
O Alfa Romeo Giulietta coupé foi aparentado no salão de Paris, em Outubro de 1954, enquanto os responsáveis da Alta Romeo trabalhavam na versão berlina de quaro portas. seguindo os primeiros esboços de Ivo Colluci , o construtor -chefe de carroçarias da Alfa Romeo. A guiarse por um modelo cujas linhas tinham de se subordinar a dincionalidade .
A berlina foi então apresentada no Salão de Turin de 1955.
O Alfa Romeo Giulietta Berlina foi então oficialmente apresentado no Salão de Turim em 1955 e surpreendeu de imediato pelas suas linhas elegantes e tecnologia avançada. Símbolo do boom económico de Itália sentiu a necessidade de expandir a sua produção e chegar a um público mais vasto, preservando o seu estilo, tecnologia e alto desempenho. Com isso em mente, nasceu o Giulietta: um automóvel compacto, moderno e económico, capaz de manter o espírito competitivo e refinado dos veículos do Biscione.
Tecnicamente avançado, o Giulietta , estava disponível com um motor de 1290 cc, com duas árvores de cames, que debitava 53 cv e atingia uma velocidade máxima de 140 km/h, o que era incrível para a época, graças ao seu baixo peso de 870 kg. O motor do Giulietta era fabricado em alumínio, uma estreia absoluta no mundo automóvel, tal como a caixa exterior da transmissão e do diferencial.
A produção do Giulietta Berlina marcou um ponto de viragem para a Alfa Romeo. Embora a produção em série tenha começado com o 1900, o Giulietta foi o veículo que transformou a fábrica de Portello numa fábrica moderna.
Com o Giulietta e as intervenções do engenheiro austríaco Rudolf Hruska, foram criadas novas linhas de montagem, o fluxo de trabalho foi reorganizado e as fases de produção foram otimizadas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 25 preço 9€99
Matrícula portuguesa IF-41-43
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Saleen S7R - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1653ª Saleen S7R –Dream cars Altaya
Um carro de sonho
Modelo real
A empresa criada pelo piloto de automóveis, Steve Salen em 1983, e o Salen Mustang foi o seu primeiro automóvel . Onde a aerodinâmica, a posuição de condução funcional, alem do sistema de suspensão, chamaram a atenção de um publico especial, que permitiu a realização de serie limitada.
O Saleen S7 é um desportivo americano de alto desempenho, construído artesanalmente, projetado e fabricado pela Saleen Automotive Inc. Desenvolvido em conjunto por Steve Saleen, conceito inicial, direção e motor, Hidden Creek Industries, recursos e financiamento inicial, Ray Mallock Ltd. RML chassi, suspensão e aerodinâmica e Phil Frank design e desenvolvimento CAD da carroceria e do interior.
O chassis tubular passou nos Cash-Testes do National Highway Trafic Safety Administration exige e por isso pode circular na estrada.
O S7 estreou em 19 de agosto de 2000, nas Corridas Históricas de Monterey. O motor, todo em alumínio, é uma unidade própria desenvolvida e construída, om base num derivado do motor Ford 351 Windsor de bloco pequeno, com cabeçotes de válvulas inclinadas ao estilo Cleveland, extensivamente retrabalhados e modificados. Com uma grande cilindrada de 427 polegadas cúbicas (7,0 L), o motor é baseado e foi desenvolvido em torno da arquitetura small-block, mais compacta e leve, e na verdade não é baseado no big-block FE. Ele provou ser notavelmente dócil e flexível para uma exigência de alta potência, 550 hp (410 kW) a 6.400 rpm.
O Saleen S7-R é a versão de competição do S7, naturalmente aspirado, produzido em 2000 projetado para competir no American Le Mans Series, o Campeonato FIA GT e nas 24 Horas de Le Mans. O motor V8 de 7,0 litros (427 polegadas cúbicas) naturalmente aspirado produz cerca de 631 cv e 827 Nm de torque, utilizando duas placas restritoras de admissão de ar. Sem restrições, no entanto, o motor é capaz de produzir impressionantes 760 cv e 1000 Nm de torque. A Ray Mallock Ltd. (RML) montou os primeiros S7-R sob a supervisão da equipe de engenharia da Saleen em suas oficinas na Grã-Bretanha, antes da Saleen assumir o controle de toda a montagem do S7-R, com a Oreca
O primeiro S7-R montado pela RML foi concluído no final de 2000 e fez sua estreia nas pistas na American Le Mans Series, no circuito de Laguna Seca. Pilotado pela Saleen-Allen Speedlab, o carro terminou em 26º lugar.
Em 2001, o primeiro chassi para clientes foi concluído e suas respectivas equipes, a Fordahl Motorsports competiu no Grand American Road Racing Championship, a RML na European Le Mans Series e a Konrad Motorsport na ALMS e na ELMS. O chassi 001, foi batizado de Christine pelos engenheiros da Saleen. O S7-R demonstrou rapidamente suas capacidades quando a Konrad terminou em sexto lugar nas 12 Horas de Sebring, conquistando sua primeira vitória na categoria.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 9 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – China
195º Encontro de Clássicos Além Corgo Janeiro 2026 parte 2
Agora vamos às novas máquinas dos nossos amigos.
BMW 1802 1972 Jorge Chaves
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Alpine GTA 1990 Rui Moleiro
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Renault 5 TL 1991 Pedro Pinto
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Datsun 1000 Van 1969 José Grácio
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Renault 5 1987 Elói Teixeira
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Datsun 1600 1969 Francisco Pardal
Renault Express 1.9D 1994 Luís Costa
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Kawasaki ZX6. R636 2006 Rodrigo Guedes
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BMW Z3 1998 Bruno Miranda
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Triunph Herald 1968 Joaquim Fernandes
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Fiat Uno 1989 Carlos Pinto
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Honda Civic 1096 Pedro Magalhães
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Citroen Saxo cup 1997 Pedro Borges
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Fiat 124 ST Luís Garcia
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Opel Manta 1972 António Silva
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Esmeralda Cortinhas Mercedes Slk 200
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