Quinta-feira, 29 de Setembro de 2022

Lincoln Continental 1941 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lincoln Continental 1941 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

669ª – Lincoln Continental 1941 Rio

Modelo real

Em 1938, Edsel Ford encomendou ao estilista chefe, Eugene T. "Bob" Gregorie, um automóvel personalizado para as suas férias de Março de 1939.

Pela primeira vez Lincoln-Zephyr Continental apareceu em um carro da Lincoln, como um modelo Lincoln-Zephyr em vez de um modelo separado, como o veículo pessoal único de Edsel Ford,

Era um elegante descapotável com um longo capot cobrindo o motor V-12 de 292 polegadas cúbicas e a transmissão de 3 velocidades com overdrive borg-warner e longos para-lamas dianteiros, e um porta-malas curto com pneu suplente que se tornou a série Continental, marca registrada,

A produção começou em 13 de Dezembro de 1939, com o Continental Cabriolet, a partir de junho de 1940 também disponível como Continental Club Coupe. Foram construídos apenas 350 Cabriolets e 54 Club Coupes.

Parcialmente construídos à mão, os modelos de 1939 e os 400 construídos em 1940 tinham painéis de carroceria martelados à mão, já que as matrizes para prensagem de máquinas não foram construídas até 1941. O número limitado de modelos de 1939 produzidos é comumente referido como '1940 Continentals', os modelos de 1941 com pequenas modificações de ano para ano

A linha Continental da Lincoln recebeu elementos de estilo "continentais" europeus no exterior e como novidade um pneu sobressalente na traseira, com a roda recoberta por metal da cor do carro, o detalhe era esteticamente muito bonito e fez imediato sucesso, esse acessório ganhou o nome de “Kit Continental”.

muito caro para a época, o preço sugerido original era de $ 2.778,00, mas o salário médio anual era de apenas 1.492,00 um ano!

Somente 618 desses veículos foram construídos quando a Ford cessou toda a produção após o bombardeio de Pearl Harbor em 7 de Dezembro de 1941, a fim de apoiar o esforço de guerra, e a produção do Lincoln Continental só seria retomada em 1946.

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Rio

Série Automobili d´época

Referencia nº 43 cabriolet coberto e o nº44 aberto preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 


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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2022

Alfa Romeo Alfetta GT - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo Alfetta GT - Um olhar sobre as minhas miniaturas

668ª – Alfa Romeo Alfetta GTV Solido

Alfetta GT – Rally di San Remo 1978 - Mauro Pregliasco /Vittorio Reisoli 5º.

Quarenta e tal anos depois a segunda foto depois de ter feito a miniatura, como era a falta de documentação na época.

Modelo real

Para o 20º Rally de Sanremo de 1978 disputado entre 3 a7 de Outubro de 1978, estava inscrito com um Alfa Romeo Alfetta GT com 220 cv, Mauro Pregliasco do Grupo 2.

É entre as chuvas incessantes e estradas encharcadas que os competidores partem iniciando a disputa entre o Lancia Stratos e o Fiat 131 Abarth com os Fiat em 1º e segundo e o Lancia em terceiro no final da primeira etapa.

Mauro Pregliasco no Alfa Romeo, lidera o grupo 2 desde o abandono de 'Lucky'

No final Markko Alén vence pela primeira vez ao volante de um Lancia Stratos HF, Verini é segundo, em Fiat 131 Abarth, o terceiro Francis Vincent no seu Porsche e Alberto Brambilla o 4º também em Porsche Carrera, tendo dominado o Grupo 3 do início ao fim.

Mauro Pregliasco/ Vittorio Reisoli  Alfa Romeo Alfetta GT, o quinto, venceram no Turismo  Especial e o sexto Angelo Presotto/Max Sghedoni no Ford Escort RS2000 o Turismo de Produção.

Terminaram 44 e abandonaram 78

Modificação na miniatura

Depois de refeitos parte dos alargamentos da frente, foi pintado e decorado de acordo com a foto  e o esquema do Kit

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Kit 5082

Referencia nº 82-05/79 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão em kit e com janela de visualização e expositor plástico o modelo normal.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 


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Terça-feira, 27 de Setembro de 2022

Unic 1907 Táxi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Unic 1907 Táxi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

667ª – Unic 1907 Matchbox

Na caixa pode ler-se

Em outubro de 1906, uma competição de carruagens urbanas foi realizada em Londres. Entre os táxis exibidos, um táxi da UNIC Motor foi fabricado por Richard Brasier de Paris. Ele se destacou na competição como o melhor para trabalho pela carroceria, frenagem e troca de marchas suaves, fácil acesso e conforto aos passageiros e rodagem suave. tal foi a sua conquista que o Unic cortou o comércio de táxis de Londres por 25 anos. O custo para comprar o chassi em 1907 era de £ 300.

Modelo real

Unic Taxi

Georges Richard, fundou a Georges Richard Cycle Company em 1893 mas rompeu com a Richard-Brasier para estabelecer a Unic na sequência de uma reunião em 1905, com o empresário-financista Barão Henri de Rothschild apara obter o financiamento para a criação da “société anonyme des automóveis Unic”, com sede em Puteaux. O objetivo era fabricar veículos “únicos”,

O Unic, que apareceu pela primeira vez no início de 1905 era um carro pequeno e um motor de 1798 cc tivesse apenas dois cilindros com 10/12 hp,.que depois passaram a quatro cilindros.

O negócio de táxis permaneceria importante por mais de três décadas, sempre com o apoio de Rothschild nos bons e maus momentos principalmente durante os anos imediatos do pós-guerra.

Na colecção  Montagu está em exposição um belo exemplar

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais mas, já muito grossas.

Fabricante Matcbox

Série Models of Yesteryear

Referencia nº Y 28 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – England

Anos de fabrico  a

 


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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2022

Chevron B 21 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Chevron B 21 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

666ª – Chevron B19/21 Modelos 3J

Chevron B19 Ford Paul Ricard 1971 John Miles - Toine Hezmans

Modelo real

Em 1969, a Chevron apresentou o belíssimo Chevron B16 Coupe para as corridas do Grupo 5 que serviu de base para um novo modelo de carroçaria aberta, apelidada de B16 Spyder. A carroçaria leve e curto em alumínio, do B16S com um único lugar, estava equipado com um motor Cosworth de 1790 cc . A 20 de Setembro de 1970 Brian Redman vence em SPA prova do campeonato Europeu de Sport Car 2 litros seguido dos Lola T210s de Bonnier e Kauhsen.

Originou um dos mais populares modelos da Chevrom o B19 para a temporada de 1971, quando a Chevron lançou o B19, a versão de produção do B16 Spyder e substituiu os B16 coupé,

Tal como no B16, os B19s de produção apresentavam um chassis semelhante, tubular de estrutura espacial e um corpo construído com carroçaria de fibra de vidro e normalmente um motor Cosworth FVC de 1.800 cc. para cerca de 250 cv.

A estreia do Chevron B19 foi em Oulton Park a 20.3.1971 com John Bridges onde foi 2º.

Dobbie o proprietário da Denys Dobbie's “Dobbie Automobile Racing Team” (DART) adquiriu dois Chevron B19 o nº 74 Chevron B19 #71-05 - Ford Cosworth FVC L4 4v DOHC 1790 cc foi estreado na BOAC 1000 Quilómetros prova do World Championship Sports Car a 4.4.1971e pilotado por  John Miles (GB)/Graham Birrell (GB) onde foi 7º, 1º P 2.0 a 16 voltas do vencedor, enquanto o nº 74T Chevron B19 #71-06 - Ford Cosworth FVC L4 4v DOHC 1790 cc inscrito como carro de reserva, não alinhou     

.A 18.4.1971, na primeira prova do European 2-Litre Championship no Circuit Paul Ricard, Le Castellet em França, um circuito de 3.263 kms contou com a presença de 20 Chevron B19, 10 Lola T 210/212 inscritos, entre outros participantes.

John Miles ou Toine Hezmans foi o mais rápido com 1:18.500 e no final a Lola fez uma dobradinha com Marko / Jabouille Ford seguido de Vic Elford o terceiro classificado  oChevron B19.

O primeiro B19 foi visto em Vila Real, meses depois, pilotado por John Bamford.

Modificação na miniatura

É um Kit em resina da Modelos 3j, onde a folha de instruções era Plano Nº deixando de fornecer elementos históricos.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série 2 Litros

Referencia nº3 preço 500$00

Material – bloco único de resina e outros elementos em metal

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


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Domingo, 25 de Setembro de 2022

Packard Eight 734 Boattail Speedster - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Packard Eight 734 Boattail Speedster - Um olhar sobre as minhas miniaturas

665ª – Packard 1930 Boatteil Speedster Guisval

Por vezes, íamos aos rebuçados a Espanha e era em Feces de Abaixo, ou em Verin que passávamos a tarde. Um dia encontrei esta bela miniatura de fabrico espanhol.

Modelo real

Packard Eight 734 Boattail Speedster de 1930

A Grande Depressão de 1929 coincidiu com a apresentação do Packard em 1930 com uma queda de 40% nas vendas, quando disponibilizou a série 734 nas versões Sedan, Phaeton, Coupé Victoria , Roadster de 4 lugares e o Speedster Boattail modelo muito mais caro que a concorrência a ser vendido por US$ 5.200 , apesar da concorrência da Auburn no que é considerada o fim da Golden Age

Em 1930, o 734, ou seja a sétima série, com distância entre eixos de 134, dispunha de uma linha completa de carros.

Concebido para os gentlemen drivers da Packard por Jesse Vincent o chefe de engenharia, baseou o novo carro no 626 Packard Speedster de 1929, era uma espécie de muscle car, o 734 Speedster onde o nome não era o descritivo do tipo de carroçaria, mas sim da natureza do seu alto desempenho, era um carro poderoso, robusto que superava os luxuosos modelos da linha Packard. Uma carroceria leve com um design aerodinâmico, de dois lugares e uma traseira conhecida como boat-tail, era cerca de três polegadas mais estreito e consideravelmente mais baixo do que o Seventh Series Packard. O para-brisas não se dobrava e o capot foi alongado cerca de cinco polegadas. As carroçarias foram construídas nas oficinas personalizadas da Packard localizada mesmo no local da fábrica em East Grand Boulevard e traziam emblemas “Custom made by Packard”. O Runabout tinha um disposição de assentos exclusivo com o do passageiro escalonado, ou melhor recuado, do assento do motorista.

O chassis com a distância entre eixos era de 134,5 polegadas, foi baseado no modelo 733, especialmente projetado para suportar a grande potência do novo motor 734, tornando-o mais leve, rebaixando seu perfil, mantendo sua resistência.

O motor era a variante mais potente  do comprovado motor de oito cilindros em linha de 384,5 polegadas cúbicas. 145 HP, atualizado com um coletor de admissão separado recém-projetado, carburador Detroit Lubricator superdimensionado e um coletor de escape montado em 45 graus. Um impulsionador de vácuo maior foi adicionado e o motor foi acoplado a uma caixa de câmbio de quatro velocidades específica do modelo, que lhe permitiam alcançar as 100 mph, por isso também apresentava tavões atualizados com tambores grandes de liga de ferro fundido.

A Packard vendeu apenas 113 exemplares do 734. durante o ano em que esteve em produção. A equipe de marketing não sabia o que fazer com uma máquina de tão alto desempenho, dado que a maioria dos clientes da Packard preferia luxo e silêncio em vez da velocidade.

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Miniatura

As miniaturas Guisval eram baseadas em carros clássicos da década de 30

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Guisval

Série Clássicos

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está acravada à carroçaria

Apresentado em expositor plástico.

País - Espanha

Anos de fabrico  a

 

 

 


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Sábado, 24 de Setembro de 2022

Peugeot 104 ZS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Peugeot 104 ZS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

664ª – Peugeot 104 ZS Solido

Peugeot 104 ZS Jean Claude Lefevre Ronde Hivernale Derre Chevalier 1977

Modelo real

Durante o inverno na estância era a Ronde de Serre-Chevalier, a paixão pelo esqui é cultivada há anos, tanto na enorme área de esqui como pelo mítico circuito de gelo registrado no patrimônio local, beneficia de uma certa quantidade de sol, é conhecida pela escola de condução no gelo, iniciada por Claude Laurent e Yves Dyon.

No final de 1977, a 27 e 28 Dezembro, a Peugeot inscreveu os 104 para Makinen, Lefèbvre e Laurent, eram os favoritos, e como adversários o Autobianchi A l12 de Darniche, o Fiat 131 Abarth de Andruet, o Alpine A110 de Saby, o Simca Rallye 2 de Julienne, Justice e Jarier, o Saab de Kerc, o Alpine A 110 de Espinasse, Wambergue e Julline, o R12 Gordini de Briavoine e Oger, bem como o R 17 Gordini de De Coster e os pilotos da Star Racing Team liderados por "Moustache".

Os carros estão equipados com pitões que cumprem o regulamento geral adoptado para o rali de Monte-Carlo.

A roda era composta por oito mangas e uma final

Apos as eliminatórias, havia dez carros para a super final, o troféu "Super Esso". Jean-Claude Briavoine foi excluído, com razão, por condução perigosa nas quartas de final, depois de ter enviado maliciosamente Guy Marchand para o fora.

Jean-Claude Lefèbvre ganha uma ligeira vantagem que iria crescer e melhorar ao longo das voltas. Makinen. ficou em segundo lugar, seguido por Darniche, Saby e Andruet. Claude Laurent, vítima de problemas de ignição abrandava,. Timo era segundo na perfeição, o que não agradava de Bruno Saby, que o acusou injustamente de tê-lo bloqueado por muito tempo. Makinen sempre se manteve correto, contentando-se em fazer a melhor trajetória, aquela que obviamente não permitiu que o Grenoblois o ultrapassasse neste circuito estreito..

J.-C. Lefèbvre liderou a prova de resistência na neve e no gelo, levando o 104 ZS à vitória, com o Peugeot a mostrar as suas qualidades de manobrabilidade, aderência à estrada, aceleração.

Classificação Geral

.1. Jean-Claude Lefèbvre (Peugeot 104 ZS) ; 2. Bruno Saby (Alpine A 110) ; 3. Timo Makinen (Peugeot 104 ZS) ; 4. Bernard Darniche (Autobianchi Abarth) ; 5. Alain Kerc (Saab) ; 6. Henri Espinasse (Alpine A 110) ; 7. Jean-Claude Justice (Rallye II) ; 8. Jean-Claude Andruet (Fiat Abarth 131) ; 9. Claude Laurent (Peugeot 104 ZS) ; 10. Jacques Gleizes (Rallye II)

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Miniatura

Levanta a mala traseira.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Kit

Referencia nº 61K -81~11/78 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2022

Renault 5 Alpine - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Renault 5 Alpine - Um olhar sobre as minhas miniaturas

663ª – Renault 5 TL solido transformada

Dumez – Baudet Renault 5 Alpine gr 2 Rali de Portugal 1979

No Marão um dos carros que se distingui foi o psicadélico Renault 5 Alpine, de grupo 2 que participava no 13º Rallye de Portugal - Vinho do Porto 1979 e que se classificou no 12º lugar com o #34 pilotado por Dumez Bernard -Baudet Bernard  onde foram a equipa francesa mais bem classificada.que lhe mereceu um destaque na Revista L ´Automobile  pag 117 de Maio 1979 alem da fantástica foto do Auto Sport português, as fontes habituais de informação.

Modelo real

Quando a empresa estatal Régie Nationale des Usines Renault, lançou a 28 de Janeiro de 1972, o Renault 5 já tinha sido estudado ao longo de cinco anos pelo designer Michel Boué foi baseado na plataforma do Renault 4, mostrava uma carroçaria de linhas modernas numa postura única e revolucionária para a época com duas portas e dois volumes para um carro familiar.

O Renault 5 Alpine por sua vez foi apresentado no Salão Automóvel de Paris de 1976, foi concebido e produzido na fábrica da Alpine de Dieppe, na França numa época em que a crise do petróleo ditava as regras, os motores pequenos e energeticamente eficientes estavam na ordem do dia, o Renault 5 Alpine aliava a elegância a um verdadeiro carro desportivo

Basicamente era um Renault 5TS com um motor de 1397 cm3 totalmente retrabalhado que lhe permitia debitando 93 HP, estava equipado com a caixa de 5 velocidades do R 16 TX. Na frente distinguia-se pelo spoiler integrado no para-choque e os recortes que integravam faróis de longo alcance, as rodas do Renault 17 Gordini, além dos autocolantes “A5” laterais e na frente realçava as suas qualidades desportivas.

Modificação na miniatura

Feitos os alargamentos das rodas e retirados os bancos traseiros coloquei as palas para evitar o ressalto das pedras  

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Miniatura

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 10 – 6/72 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:57
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2022

Mercedes-Benz SSKL 1931 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes-Benz SSKL 1931 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

662ª - Mercedes-Benz SSKL1931 Solido

Um Mercedes curto, mesmo em número de exemplares

Modelo real

Os desportivos da Mercedes-Benz eram os modelos K, S, SS, SSK e SSKL, projetados como veículos de estrada desportivos que também serviam para as corridas. Entre 1926 e 1933, eram conhecidos como “monstros invencíveis” ou pelo carinhoso apelido de “elefante branco”, estavam equipados com um motor de seis cilindros superalimentado o que os tornava inigualáveis ​​na estrada ou em corrida. Para os pilotos endinheirados, esses carros eram ideais nos vários eventos de corrida, locais extremamente importantes no calendário social.

A abreviatura S/SS/SSK/SSKL (Super-Sport-Short-Light, adotado pela Mercedes-Benz para designar as etapas individuais de desenvolvimento dos carros, cada um equipado com um robusto motor de 7,1 litros em linha. motor supercharged de seis cilindros.

Os tipos SSK e SSKL constituíram a lendária série S cujo desenvolvimento culminou no modelo SSKL,

Comercializado de 1928 a 1933, o Mercedes SSKL (Super Sport Kurz Leicht) era um verdadeiro carro de corrida, projetado para clientes de corrida. Comparado com o já competitivo SSK, ele beneficiou de um aligeiramento substancial, principalmente na estrutura do chassis. O chassis SSK perdeu 200 kg de peso depois de ser perfurado várias vezes. típico da Daimler-Benz e já havia sido aplicado ao Benz Tropfenwagen.

Alimentado por um motor de 7 litros e 6 cilindros, são conhecidos actualmente sete exemplares do SSKL.

Modificação na miniatura

Acompanhado de uma folha de adesivos com matrículas.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Age d´Or

Referencia nº 4001 – 03/80 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 20:11
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2022

Porsche 935 Joest - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 935 Joest - Um olhar sobre as minhas miniaturas

661ª – Porsche 935 Liqui Moly Modelos 3J

 Modelo real

A equipa Liqui Moly com Stommelen dispões de um Porsche 935 modificado, dotado de uma carroçaria muito cuidada aerodinamicamente lembrando o Porsche Baby 2 litros inscrito pela fábrica para Jack. Ickx com um turbo de 1,4 litro no ano de 1977

O 935J foi um carro de competição da Joest Racing, derivado do 911 930 Turbo, produzido entre 1976 e 1981, mas que, apesar do apoio de fábrica ter terminado em 1979, esta continuou a fornecer peças a equipas privadas,

Entretanto Reinhold Joest começou a evoluir os 935 para a época de 1979 a partir de um chassis novo adquirido à fábrica. e equipado com uma carroçaria derivada do modelo oficial de 1977 que o piloto e dono da equipa Joest Racing, Reinhold Joest elaborou o primeiro 935J para 1979 baseado no 935 chassis 009 0001 com a carroceria redesenhada e um nariz que se tornaria típico dos Joest 935J.  Com as cores Líqui Moly correu durante a segunda metade da temporada de DRM de 1979, pilotado por Rolf Stommelen. O carro continuou no DRM em 1980, com Volkert Merl vencendo no Nurburgring.

Em 1980 além de atualizar os dois carros existentes com a carroceria revista, a Joest Racing construiu mais dois carros; um para si e outro para Gianpiero Moretti.

O segundo carro construído foi usado por Momo enquanto o terceiro e último Porsche 935 J #000 00016, o segundo carro da Liqui Molli também contou com importantes alterações substanciais desenvolvidas, nomeadamente a inclusão também de um chassis tubular, que lhe permite ser mais leve face ao modelo que lhe serve de base, além de incorporar uma suspensão melhorada, painéis da carroçaria do 935 2.0 “Baby” e os novos apêndices aerodinâmicos. Os intercooleres de fábrica com refrigeração ar/água foram substituídos por outros ar/ar. O motor é um 3.2 de seis cilindros boxer biturbo de colocação traseira.

O campeonato da Alemanha conhecido como DRM para o grupo 5, conta com muito investimento por parte das equipas germânicas em parte a rivalizar com o campeonato do mundo de marcas.

A estreia do novo carro, foi em Zolder a 23 de Março e levado à vitória por Stommelen Porsche 935 Liqui Moly ,2º Ludwig Ford Capri Zakspeed e 3º Wollec  Porsche 935 Loos  

Os dos veículos pintura do carro Liqui Moly Team Joest ainda existem e o primeiro encontra-se a venda.

Modificação na miniatura

Depois de preparado foi pintado

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série Export

Referencia nº 16 preço 700$00

Material – Resina

Material da placa de base – resina

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a


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Terça-feira, 20 de Setembro de 2022

Mercedes-Benz 170v Taxi Porto - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes-Benz 170v Taxi Porto - Um olhar sobre as minhas miniaturas

660ª - Mercedes-Benz W136 170V Portuguese Taxi Vitesse

Mercedes-Benz W136 170v Taxi Portugal Porto

Na tradicional cor Preto e Verde

Modelo real

O Mercedes Benz 170 V foi apresentado na Exposição Internacional de Automóveis e Motocicletas (IAMA) em Berlim, de 15 de Fevereiro a 1 de Março. 1936.

O motor de quatro cilindros de funcionamento suave, proporcionava uma condução confortável, aliado às suas linhas modernas e fluidas, garantiram uma popularidade considerável

O Mercedes Benz 170 V foi utilizado na Alemanha e em muitos outros países, entre os quais Portugal, como Taxi. Eram confortáveis, pequenos e maneáveis para um serviço a maior parte é feito na cidade.

.O 170 ficou conhecido como Matateu como dizem uns, devido a ter um atropelado um senhor chamado Ateu e os proprietários gritarem na brincadeira “foge que te mato, Ateu” ( matAteu)  e segundo outros ao jogador de futebol do Belenenses, Sebastião Lucas, conhecido por Matateu, o feliz proprietário de um igual.

Muito populares em Lisboa e no Porto mas, em Vila Real não me recorde de nenhum.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Retro Vitesse

Referencia nº 163 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


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