Domingo, 25 de Julho de 2021

Crayford Mini - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Crayford Mini - Um olhar sobre as minhas miniaturas

266ª – Crayford Mini Sprint Corgi Toys transformado

Naquele tempo foi quase uma visão para alguns. Um Mini com duas loiras de mini-saia passearam-se pela Avenida Carvalho Araújo num descapotável.

Um concurso da Heinz envolveu 57 Crayford Wolseley Hornets em prêmios.

 Modelo real

A visão de um Mini diferente surgiu quando dois amigos David McMullan e Jeffery Smith em 1961 começaram transformar um Mini usado em cabriolet.

O primeiro protótipo AFO 887 Mini Cabrio surgiu no final de 1961. As transformações foram importantes porque todas as soldaduras internas eram reforçadas por chapas metálicas, assim como todas as partes ao longo da via de transmissão e contornos das portas. O resultado é surpreendentemente rígido e de qualidade excepcional.

O Mini Sprint foi oficialmente colocado à venda a 3 de Junho de 1963.

O trabalho diário na Trojan Lambretta era completado com o trabalho noturno, até que em 1965 o BMC Mini Crayford conversível foi aprovado British Motor Company e criado o MK1 Mini conversível.

Jeff e David decidem criar a Crayford Auto Developments uma pequena empresa de uma atividade muito específica de remoção de tetos de carros comuns. O veículo que mais contribuiu para a reputação e publicidade de Crayford é, obviamente, o Mini.

Oferece uma diversão fantástica ao ar livre e é um mini incrivelmente atraente que faz as pessoas sorrirem onde quer que você vá.

A obra de conversão custou à volta de £ 150, e como pode ser visto no folheto, a empresa oferecia dois tipos diferentes: um com as janelas laterais traseiras, e outro dispensando-as.

A Heinz Foods of Wembley num inédito concurso em 1966 “Greatest Glow on Earth” ofereceu 57 Wolseley Hornet que nunca estariam disponíveis ao público.

Somente em 1993 e nos últimos anos da Rover o Mini Cabriolet foi introduzido oficialmente, o Mini Cabriolet a custar quase o dobro do valor pedido pelo modelo fechado!

A carroçaria reforçada estruturalmente e disponível em apenas duas cores, Caribbean Blue com capota cinza e Nightfire Red com capota em cor idêntica, o Mini Cabriolet original possuía as mesmas especificações mecânicas do Cooper 1.3i, um interior mais luxuoso, rodas Revolution de 12” e aplicações metalizadas.

Apenas 15 desses Crayford Minis são conhecidos pelo clube. Ao todo, aproximadamente 800 Minis foram convertidos por Crayford. Dos 57 Wolseley Hornet, 41 carros sobrevivem e cerca de metade deles ainda estão em condições de andar.

Modificação na miniatura

A carroçaria foi cortada e limado com muito cuidado e o interior foi feito com bancos dos Modelos 3 j á frente, , atrás já não me lembro. 

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Miniatura

Sem suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Corgi Toys

Pat. App. Nº 3396/69

Série

Referencia nº 249

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra

Anos de fabrico 1969 a


publicado por dinis às 22:07
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Sábado, 24 de Julho de 2021

Adams Probe 16 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Adams Probe 16 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

265ª – Adams Probe 16 Corgi Toys

O Probe 16 foi a estrela da época do cineasta Stanley Kubrick autor do filme "A Laranja Mecânica" em 1970

Modelo real

A imaginação de época foi materializada no Probe, projetado e construído pelos irmãos Adams ao aplicarem o seu conceito sobre os extremos do estilo. Dennis e Peter, que numas pequenas instalações, à beira do rio em Bradford-on-Avon, onde o estilista Peter, o engenheiro Dennis, tem que fazer os carros funcionar.

O primeiro Probe o 15, tinha apenas 29 polegadas de altura um perfil tão baixo que as portas não poderiam ser instaladas e obrigava os automobilistas deveriam subir na cabine pelo teto lateral,

Feito de uma mistura de compensado e resina e utilizando a mecânica do Hilmann Imp de 900 cc teria dado ao Probe uma velocidade maxima de 85 MPH nada espetacular.

O Probe 16 veio logo a seguir, era cinco centímetros mais alto que o original e estava equipado de um motor Austin 1800 mais potente. A carroçaria manteve o sentimento celestial da ficção científica e do improviso que se encaixava perfeitamente no início dos anos setenta. A entrada continuava a ser feita por um teto de vidro deslizante.

O trabalho foi divulgado num folheto pelo The Daily Telegraph Magazine e o Instituto de Fabricantes de Automóveis e Transportes Britânicos, onde o Probe 16 é um coupé futurista e empolgante e agora movido por um motor Leyland 1800 montado atrás.

Como os carros de corrida do Grande Prêmio, o Probe 16 tem rodas menores na frente, 10 polegadas e de 13 polegadas, atrás. “Era apenas uma fantasia particular conseguir algo o mais baixo possível e fazer o que fosse necessário para conseguir isso”, disse Dennis.

Dos três Probe 16 construídos, o primeiro exemplar, (AB / 2, placa MJO 145H), foi vendido ao famoso compositor americano Jim Webb e acredita-se que tenhase tenha incendiado, um destino comum para carros com motor central da época.

O segundo Probe 16 (AB / 3, placa PWV 222H) foi concluída em 1969 e exibida no London Motor Show de 1969, onde dividiu o stande com a Marcos uma vez que os irmãos Adams já trabalharam para Marcos o Marcos 1600.

O segundo Probe foi vendida originalmente para o baixista Jack Bruce e posteriormente oferecido a Corky Laing, o baterista da banda 'Mountain'.

Mais tarde, tornou-se propriedade de um colecionador canadense e designer de automóveis, Dr. Clyde Kwok, até 1983. Desde então, está na coleção particular de Phil Karam.

A terceira e única outra foi o Probe 16 (AB / 4, com a placa JFB 220H) foi exibida no 'Pollock Auto Showcase' nos EUA até ter voltado ao Reino Unido por volta de 1990, por Colin Feyerabend, onde está passando por uma reconstrução e restauração completas

Três exemplares feitos, dos quais se acredita que apenas 2 sobreviveram. Um deles encontra-se no Museu Automotivo Petersen em Los Angeles, Califórnia,

Modificação na miniatura

As rodas foram substituídas pelas dos pequenos fórmulas da Champion.

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Miniatura

Abre o tejadilho.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico Whizzwheels.

Fabricante Corgi Toys

Pat. App. Nº 3396/69

Série

Referencia nº 384

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Inglaterra

Anos de fabrico 1969 a

 


publicado por dinis às 22:00
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Sexta-feira, 23 de Julho de 2021

Ford T com banco da sogra - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ford T com banco da sogra - Um olhar sobre as minhas miniaturas

264ª – Ford T Roadster 1908 Ramy

O primeiro Ford T Roadster 1908 com o característico “banco da sogra”

Modelo real

Apelidado de Tin Lizzie ou Flivver nos Estados Unidos é um automóvel fabricado em 1908 e é considerado como o primeiro carro acessível e vendido em grande numero de exemplares e que colocou a América sobre rodas.

Modificação na miniatura

Pintado posteriormente e colada a frágil suspensão dianteira.

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Miniatura

Lançado em Maio de 1961, esta miniatura do FORD é formada por 18 peças. Nos 3 primeiros modelos do catálogo, este FORD aparece com a menção de "1907-Ford Roadster" em vez de "1908-Ford Torpédo". É uma miniatura bastante frágil, não é incomum encontrá-la com os suportes das rodas quebrados ou sem o capô. Uma malha fina do mais belo efeito foi colocada dentro da grade. Ela conheceu vários tipos de pára-brisas, cromo ou metal dourado com formas ligeiramente diferentes e até mesmo plástico cromado nas extremidades. Ao contrário dos assentos, a carroceria não sofreu nenhuma variação de cor, bordô no início e depois vermelho. A capota mais comum é cinza, mas existia pintada em preto brilhante e em preto fosco na última série. As rodas sempre foram brancas, exceto na extremidade, onde o carro era equipado com rodas ziss vermelhas e mais raramente bege.

interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante RAMI By JMR

Série

Referencia nº

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - França

Anos de fabrico 1966 a

 

 

 

 

 


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Quarta-feira, 21 de Julho de 2021

Osi Daf City- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Osi Daf City- Um olhar sobre as minhas miniaturas

263ª – Osi Daf Corgi Toys

Uma miniatura muito bem reproduzida de um carro do futuro que bem podia ter o tejadilho pintado de branco como o original.

Modelo real

A Van Dorne´s Automobielfabrik surge na produção automóvel em 1958 com uma técnica revolucionaria que permite pela primeira vez a uma pequena viatura de ser equipada com uma transmissão automática. A transmissão Variomatic é muito apreciada pelas senhoras pela simplicidade na sua utilização ao contrario dos homens bem mais reticentes na transmissão por correias trapezoidais mas, que demostraram a sua robustez ao longo dos anos.  Além de rali e ralicross, a DAF trabalhou com a Cosworth e Brabham contribuiu para a aplicação em carros da fórmula 3 da transmissão Variomatic.

O City Car foi construído em colaboração com a revista Quattroruote com base no chassi DAF e apresentado no Salão Automóvel de Torino em 1966.

Os Correios Suecos contrataram Kalmar Verkstadt para construir uma frota de vans para a sua utilização. Baseados no motor e na transmissão do DAF 44, e um design semelhante muito útil que realmente entrou em produção e a berlina que podia transportar até cinco pessoas.

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Miniatura

Esta miniatura tem tudo: capô de abertura com motor detalhado, porta traseira de abertura, porta do passageiro de abertura (lado direito) e porta 'suicídio' e porta de correr do motorista. Ah, e claro, há assento basculante

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas Whizzwheels e foram substituídas

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº283

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra 

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 23:16
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Terça-feira, 20 de Julho de 2021

Porsche Carrera RSR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche Carrera RSR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

262ª – Porsche Carrera RS Solido

E assim foi no Natal de 1975.

Ainda bem que acredito no Menino Jesus.

Um carro visto no Circuito Internacional de Vila Real em 1973 pelas mãos do americano nascido em New York, John Rulon Miller

Porsche Carrera RSR de Claude Ballot-Lena no Tour Auto de 1973.

Modelo real

Depois da FIA excluir o Porsche 917 do Campeonato Mundial ao limitar a cilindrada a três litros, a Porsche voltou-se novamente para ao 911 S.

Durante o seu desenvolvimento, a equipa do engenheiro Norbert Singer descobriram no túnel de vento, que um simples aileron aumentaria a aderência do eixo traseiro.

O seis cilindros de 2,4 litros com 190 cv, ia de 0 a 100 km/h em 7,8 s e chegava aos 228 km/h mas não era suficientemente potente, para isso Hans Mezger, aumentou o motor para 2,7 litros, com os cilindros a adotaram a tecnologia desenvolvida no 917, um revestimento interno em liga de níquel e carbeto de silício, mais tarde conhecido como Nikasil. Com injeção mecânica Bosch, o resultado final foi de 210 cv a 6.300 rpm e 26 mkgf a 5.100 rpm

Rodas maiores e outras mudanças, como os guarda -lamas alargados e o atraente spoiler traseiro que rapidamente recebeu o nome "Ducktail"

Os testes dinâmicos mostraram que o Carrera RS era um devorador de curvas.

Depois de eliminarem tudo o que fosse dispensável num carro de corrida, tais como, carpete, bancos traseiros e até o emblema no capô, substituído por um autocolante, o RS para homologação pesava 960 kg graças também a chapas e vidros mais finos, além de itens de fibra de vidro e alumínio.

A Porsche construiu o Carrera RS 2.7 para atender aos requisitos de homologação da classe do Grupo 4 de corridas, e para isso precisava construir 500 exemplares, mas acabou construindo 1.580, dos quais aproximadamente 1.300 eram “Touring”.

No Tour de France de a 22de Setembro de 1973 um dos mais belos Porsche Carrera RSR do GR 4 pilotado por Claude Ballot-Léna (F)/Jean-Claude Morénas (F) ainda disputou a liderança mas, não terminou por avaria.

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Miniatura

Abre as portas.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº24 5/74

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 21:48
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BMW 3.0 de circuito e não de Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas

BMW 3.0 de circuito e não de Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas

261ª – BMW 3000 Rallye Solido

Dois modelos de grande interesse… um oferece o Pai o outro a Mãe.

Quando? No Natal de 1975.

O BMW 3.0 CSL Pilotado nas 24 horas de Le Mans em 1973 por Dieter Quester (A)/Toine Hezemans (NL) e se classificou em 11º e vencer o grupo TS, Turismo Especial.

 Modelo real

Nos anos 70 algumas mudanças nas regras agradou à BMW mas, o Capri da Ford com um peso mais leve dominava a série, e venceram os campeonatos de 1971 e 1972.

O ponto de partida para o CSL foi uma atualização do 2800CS.

O 3.0 CSL cujas letras significavam Coupe Sport Leichtbau , e a BMW produziu 1096 exemplares de estrada um pouco mais do que o mínimo de homologação de 1000 carros necessário para correr.

Além do motor maior de 206 cavalos, o 3.0 CSL era construído em aço mais fino, ele vinha com capô de alumínio, tampa do deck e portas, sem amortecimento de som, sem acabamento, sem para-choque dianteiro, para-choque traseiro de fibra de vidro e janelas de acrílico.

Todas estas características eram de um carro que qualquer um poderia entrar no stand de Marca e comprar, não uma criação única feita para uma equipe profissional.

Foram quatro os carros usados ​​pela BMW Motorsport durante o Campeonato Europeu de Carros de Turismo de 1973, este carro estreou nas mãos de Dieter Quester e Toine Hezemans em Monza, onde não conseguiu terminar. Quester e Hezemans foram segundos lugar nas 6 Horas de Nürburgring e para a vitória absoluta nas 24 Horas de Spa. No final do ano, a dupla austríaca / holandesa também venceu a corrida de 6 Horas em Paul Ricard, o que foi suficiente para Hezemans se sagrar campeão.

Além do ETCC, o carro também foi pilotado por Quester e Hezemans nos 1000 km de Nürburgring e nas 24 Horas de Le Mans, onde ficou em segundo e primeiro na classe, respectivamente.

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Miniatura

Abre as portas.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado na versão turismo

Cm suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 15

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 20:24
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Segunda-feira, 19 de Julho de 2021

Mercedes Auto Union com reboque  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Auto Union com reboque  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

260ª – Mercedes Auto Union Solido

A 25 de Novembro coincidência ou não um Jeep tão útil no exército, agora na versão civil

Ao fim do dia 25 de Novembro de 1975, as forças afetas ao VI Governo Provisório neutralizaram as unidades militares contestatárias, e o fim de uma época negra terminou.

As armas distribuídas aos civis não chegaram a sair dos caixotes e as restantes unidades militares não se movimentaram e terem evitado a guerra civil.

 Modelo real

Auto Union M DKW Munga foi produzido entre 1954 a 1968

Desenvolvido no início dos anos 1950 como uma alternativa da Alemanha Ocidental ao Jeep do Exército dos EUA depois de vários fabricantes de automóveis, incluindo Borgward e Porsche, que produziram o Jagdwagen muito semelhante, para projetar um veículo militar pequeno e ágil.

O Auto Union DKW Munga 4 foi apresentado em 1954 é alimentado por um motor de dois tempos, 900 cc de 3 cilindros e uma caixa manual de 4 velocidades,

A transmissão era permanente nas quatro rodas.

O todo terreno “DKW Munga” foi construído para a DKW pela Auto Union em Ingolstadt para o exército alemão. A produção foi iniciada em outubro de 1956 e encerrada em dezembro de 1968. Nesse período, foram fabricadas 46.750 unidades. Sua enorme robustez, aliada a um peso muito contido, fizeram com que ganhasse a simpatia do exército alemão, que o utilizava para inúmeras funções.

Em 1959 a Auto Union inaugurou a sua fábrica em Ingolstadt, onde hoje é sede da Audi. Segundo dados da época, mais de 340 milhões de marcos alemães foram investidos pela Daimler-Benz na Auto Union.

Mas, num breve período da história uma união entre a marca da estrela e a fabricante que usa as quatro argolas como símbolo apensar numa nova marca e talvez a pensar no confortável G Wagem apresentado em 1979.

Bronco era o seu nome, o primeiro a usa-lo nos Estados Unidos, ainda a Ford não pensava no seu Bronco.

Apenas seis anos antes da estreia do Jeep DKW, uma parte da Auto Union que se tornaria uma parte da Volkswagen em 1968, fez planos para oferecer seu próprio 4x4 com o nome Bronco nos Estados Unidos, por meio das concessionárias Mercedes-Benz.

A partir de 1963, a Daimler- Benz ajudou na modernização e desenvolvimento dos produtos da Auto Union, que passaram a ser Audi.

O Munga, é um acrônimo de Mehrzweck Universal Geländewagen mit Allradantrieb, ou "carro off-road universal multifuncional com tração nas quatro rodas”. No Brasil ficou conhecido como Candango.e fabricado pela ultima fabrica da DKW Vemag.

A influência da equipe de Kraus ficou para a história e modelos como o Audi 100 e o Mercedes-Benz W 119, e o seu novo motor 4 cilindros ambos de porte médio, guardam várias semelhanças entre si e comprovam que, se hoje são concorrentes, Audi e Mercedes-Benz.

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Solido

Série Les Militaires

Referencia nº 5/66

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 22:42
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Domingo, 18 de Julho de 2021

Porsche 550 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 550 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

259ª – Porsche 550/4 Spyder 1955 Modelos 3J

O meu primeiro Kit de resina em loja pré ON LINE

"A Boutique Auto Mundo Shoping “abre, hoje as suas portas” – exactamente nesta página – a nossa boutique AUTOMUNDO SHOPING" e lá estavam anunciados os modelos em resina da 3J e, disponíveis no para venda  desde 1 de Outubro de 1975, através da Revista Auto Mundo

Porsche 550/4 Spyder de 1955, o Mercedes W196 F1 de 1954, o Ferrari 500F2 de 1953 e o Mercedes Avus de 1937.

Cada modelo em resina ao preço de 95$00

E o escolhido foi o Porsche,

A caixinha azul chegou e depois de analisar ao miniatura debrucei-me na foha  de instruções metade de uma folha A4 fotocopiada, o que já era muito bom.

“ (…) o modelo apresentado refere-se a versão mais vulgarizada de 1955 e que colecionou triunfos desde as 24 horas de Le Mansa e ao III Circuito Internacional de Lisboa.

4º classificado Von Frankenberg /Pollensky nº 37

13º classificado Duntov/Veullet nº 49

III Circuito Internacional de Lisboa

Taça Governador Civil de Lisboa

1º Stirling Moss nº 3

2º Joaquim Filipe Nogueira nº1

Modelo real

O Porsche Type 550 Spyder obteve muito sucesso em diversas partes do mundo por tantos anos que deve ser o maior carro de corrida desportivo da história.

Dominando a sua classe de 1 ½ litro, corrida após corrida, os Spyders batiam carros bem acima de seu peso e por vezes rivalizar com carros muito maiores.

Tudo começou com a produção de Spyders em 1954 um modelo derivado do Coupé um exemplar exibido no Salão de Paris em Outubro de 1953.

O Type 550 era um carro novo a ser usado pela fábrica para corridas nas classes 1100 e 1500.

Depois de um tempo muito curto, o Porsche 550 Spyder provou ser um desenvolvimento inovador para a então incipiente empresa de carros esportivos de Stuttgart.

Leve, durável e confiável; esses eram os principais pontos fortes do Porsche 550 Spyder. Em pistas sinuosas e ruas estreitas, o carro estava em seu elemento. Tão importante quanto a força física do carro era a equipe que trabalhava nele em segundo plano. “Éramos todos quase da mesma idade”, lembra Egon Alber, agora com 85 anos.

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Modificação na miniatura

Miniatura em kit de resina, montada por min proveniente da Modelos 3J

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas e penões são em resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série resina

Referencia nº 1

Material – resina

Material da placa de base – presina

A base faz parte da carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico 1975 a

 


publicado por dinis às 19:16
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Sábado, 17 de Julho de 2021

Austin London Taxi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Austin London Taxi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

258ª – Austin London Taxi Corgi Toys

O ícone londrino

Com suspensão de mola, volante e assentos.

 Modelo real

Austin FX4

Gerações de londrinos o modelo quase durante 40 anos de 1958 a 1997

Os primeiros Austin London Taxicabs começaram a ser fabricados em 1930, baseados na carroceria do Austin 12-4 e que se distinguiam facilmente pela sua altura. Ficaram conhecidos por tecto altos parra acomodarem facilmente a cartola ou chapéu-coco de um cavalheiro. A meio da década de 1930, a Austin cortou 15 centímetros das cabines e as novas versões foram chamadas de carregadores baixos, um grande sucesso para Austin, pois eram baratos, facilmente obtidos e fáceis de manter até o FX3, entrar em produção até 1958.

Austin FX4.

O FX4 eliminou os estribos e uma aparência muito mais ampla, embora o corpo fosse, na verdade, apenas uma polegada mais largo. O sistema de levantamento embutido e a plataforma de bagagem foram eliminados e, mecanicamente, usavam freios hidráulicos e uma transmissão automática Borg-Warner.

O FX4 é o táxi mais popular de Londres e foi construído durante 39 anos com mais de 75.000 unidades produzidas. O preto tornou-se a cor padrão para os táxis de Londres  e o menos caro para fabricantes e empresas de táxi durante o pós-guerra até a década de 1970.

Em 1982, a Carbodies já a produzir o FX4 para Austin e a Mann & Overton assumiu os direitos de propriedade intelectual do táxi quando a BLMC perdeu o interesse nele; Posteriormente a Carbodies o produziu com seu próprio nome.

Em 1984, a Carbodies passou a se chamar London Taxis International e o problemático motor foi substituído por um 2.5 também da Land Rover, de 68 cv ,

O Fairway de 1992, agora com motor Nissan 2.7 de 79 cv. travões de disco,

Finalmente o Fairway foi substituído no final de 1997 pelo TX1, que foi posteriormente substituído em 2002 pelo TXII. Este por sua vez foi substituído em 2007 pelo TX4.

 

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Miniatura

Interior detalhado em peça única .

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 418

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 23:17
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Sexta-feira, 16 de Julho de 2021

Mini Marcos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mini Marcos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

257ª – Mini Marcos GT 850 Corgi Toys

Inicialmente uma foto não tinha alargamentos e a foto do L`Automobile era a preto e branco.

Posteriormente vi que a cor da faixa era amarela mas, nos planos de Jorge Curvelo e publicadas na Revista Auto Mundo, os alargamentos traseiros, se é que existem, também estavam pintados de amarelo.

Nos treinos em Le Mans 1966 não tem alargamentos e somente a faixa central está pintada de amarelo.

Modelo real

Em Janeiro de 1966, o Mini Marcos foi apresentado em Earls Court com ma carroçaria em fibra de vidro utilizando mecânicos Mini 850, incluindo o motor de tração dianteira, transmissão e outros elementos e como “feio como o inferno” pelo menos por um jornalista.

Com o motor de 1.300 centímetros cúbicos, 4 cilindros em linha e um peso total de apenas 476 quilogramas, o Mini Marcos parecia ser o melhor carro para o lançamento no mundo das corridas.

Le Mans 24h estreia em 1966

Ballot-Lena veio a Le Mans em 1965 para fazer uma estreia na maior corrida de 24 horas do mundo com um Abarth 1000 SP, dividindo o carro com Frank Ruata, mas não se classificaram para a corrida.

Um ano depois, Ballot-Lena voltou a Le Mans como parte do projeto Mini Marcos GT compartilhando o carro com Jean-Louis Marnat, terminou em 15º geral e em quinto na classe P1.3.

A carroceria de madeira e plástico aliada a um trabalho experimental, movida por um motor de um Cooper s 1300 e uma equipa 100% francesa fez o público vibrar.  O importador oficial da marca para a frança, um dos motivos pelo qual o carro foi inscrito e o apoio da BMC 1378,66Km separavam o Ford vencedor, com uma cilindrada 6982cc, com 112 voltas de atraso, o pequeno e único tracção a frente sem qualquer espécie de problemas graves, realizou uma media de 144,351Km/h e ficando apenas 700 metros da distância percorrida pelo Talbot de 4500cc vencedor em 1950

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Modificação na miniatura

Uma miniatura recuperada depois de ter limado na frente a entrada de ar e de não ter fotos a cores do Mini Marcos nº 64 de Peter Rapfael que não se qualificou em Vila Real.

Miniatura

Abre as portas, levanta o capô para ver o motor.

Os bancos deslizam.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com o original e o sistema Golden Jacks que agora já não funciona.

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 341

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Inglaterra

Anos de fabrico  a

A referência nº 341 tem a rodas rápidas


publicado por dinis às 23:17
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