Peugeot 206 WRC Miguel Campos- Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1714ª Peugeot 206 WRC Miguel Campos – Carlos Magalhães rali de Portugal 2002 - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
Peugeot 206 WRC Miguel Campos – Carlos Magalhães rali de Portugal 2002
Peugeot Total Silver Team SG, quando eu ainda fumava SG
Modelo real
O Rali de Portugal 2002, na sua 36ª edição. TMN Rallye de Portugal, não teve o brilho e o prestígio de outros anos e somente pontuava para o nacional
A substitui a TAP, encontramos a TMN como o principal patrocinador e Trás-os-Montes foi o seu palco nos dias 7.e 8 de junho. 2002. Em Macedo de Cavaleiros estiveram os cabeças de cartaz, o veterano Didier Auriol no Toyota Corolla WRC e Andrea Aghini no Subaru Impreza, num total de 38 inscritos
Miguel Campos, Rui Madeira e Adruzilo Lopes no Subaru Impreza da equipa italiana Procar eram os favoritos portugueses
Didier Auriol mostro logo ao que vinha, Miguel Campos ainda resistiu ao Subaru Impreza WRC de Andrea Aghini - Loris Roggia nos primeiros três troços só que na quinta especial uma escolha erada de pneus o Peugeot perdeu muita tracção nas zonas mais sinuosas e Miguel Campos percebeu que não iria ser fácil lutar pelo segundo lugar. Abdicando da luta, passa a controlar os seus perseguidores e sobretudo Rui Madeira. O piloto de Almada tinha graves problemas na caixa de velocidade sequencial do seu Ford WRC e os pneus Michelin que utilizava não se adaptavam bem ao carro do Team Galp Energia
No final o terceiro lugar de Miguel Campos acabou por ser excelente do ponto de vista da pontuação do campeonato nacional de Ralis. Ganho pontos a Rui Madeira e destacou-se de Armindo Araújo no Citroen Saxo Kit car, que terminou no quinto lugar atras de Rui Madeira.
O piloto com maior de presenças Manuel Rolo no Mitsubishi Lancer Evo IV em sétimo seguido de Victor Lopes.




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia nº 12 preço 10€99
Matrícula portuguesa 60-40-SZ
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Aston Martin DB7 Zagato Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1713ª Aston Martin DB7 Zagato – Dream cars Altaya
Aston Martin DB7 Zagato 2003
Modelo real
Ulrich Bez, CEO da Aston Martin, sentado ao lado de Andrea Zagato no Concurso de Elegância de Pebble Beach, conta que, a 19 de agosto de 2001, conversaram pela primeira vez sobre a renovação da colaboração entre a Aston Martin e a Zagato começado com o icônico DB4 GT Zagato em 1961. Durante um jantar, o tema era o DB7, no mercado desde 1994 com um motor V12 de 6 litros e tivesse recebido recentemente um novo interior, estava em fim de vida.
O designer-chefe da Zagato, Norihiko Harada Bez, e seu novo diretor de design, Henrik Fisker, rapidamente apresentaram os projetos iniciais e outras discussões ocorreram no Salão de Frankfurt (IAA) em setembro de 2001, levaram a um acordo. A aprovação final foi concedida no início de 2002.
O protótipo foi construído na Zagato, e batizado de "Georgia" pelos funcionários da Aston Martin. Juntamente com outros três veículos de pré-produção, o "Georgia" também recebeu diversas atualizações técnicas, chassis modificado, relações de marcha mais curtas para melhor aceleração, apenas as transmissões manuais foram utilizadas e uma versão mais potente do motor V12, que agora produzia 435 cv e um torque máximo de 556 Nm a 5.000 rpm. podia acelerar de 0 a 60 mph em 4,9 segundos e atingir uma velocidade máxima de 180 mph («ou seja 296 km/h.
A distância entre eixos foi reduzida de 2,59 para 2,53 metros o Zagato pesava consideráveis 1850 quilogramas, 100 quilogramas a mais que o DB7.
O carro não foi construído em Milão, mas sim em Bloxham – os painéis da carroceria de alumínio foram enviados da Itália. É um tanto surpreendente que Henrik Fisker, conhecido por seu toque refinado e designs elegantes, simplesmente tenha dado sinal verde para o Zagato; com seus para-lamas alargados, longo balanço dianteiro com a enorme grade e traseira peculiar, o carro parecia um tanto bruto. Mas talvez fosse apenas um sinal dos tempos, com o silicone começando sua marcha triunfal em direção aos seios e lábios. Estava disponível em apenas três cores: Verde Água, Preto Zagato e Cinza Mercúrio, e não possuía teto com "bolha dupla"; a porta traseira com abertura para baixo, que pretendia evocar o DB2, foi um toque inteligente. 200 encomendas foram recebidas, mas apenas 99 exemplares foram construídos entre 2002 e 2004.




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 21 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – China
Ferrari 250GT SWB - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1712ª Ferrari 250GT SWB 1959 –Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari GT 250GT Berlinetta Competzione conhecido por SWB, Short Wheel Base. Foi caroçado por Pininfarina com design fastback de cauda cortada, tornou-se de imebaato numa referência para os cavalheiros corredores.
Modelo real
No Salão Automóvel de Paris de 1959, a Ferrari encerrou a década em grande estilo, revelando o seu mais magnífico GT até então. No desenvolvimento contínuo da série 250 GT, os engenheiros da Ferrari, Giotto Bizzarrini, Carlo Chiti e Mauro Forghieri, optaram por encurtar a distância entre eixos da plataforma 250 GT existente em cerca de 20 centímetros, melhorando assim a dirigibilidade e a manobrabilidade. O motor Colombo V12 também foi aprimorado para gerar até 280 cavalos de potência, e a Pinin Farina foi responsável pela carroceria fastback, deslumbrante e funcional. O resto, como se costuma dizer, é história. Os 250 GT SWB garantiram vitórias em corridas para a Ferrari em todo o mundo e conquistaram com folga o Campeonato de Construtores de 1961 na categoria GT.
O chassi número 2735, é um dos 250 SWB mais famosos e reconhecíveis de todos os tempos. A pintura de Rob Walker e o número 7 ligarão para sempre o carro ao grande Stirling Moss, que o pilotou com bastante sucesso nos últimos meses de sua carreira.
O chassi 2735 foi um dos únicos três carros de competição com volante à direita e entre-eixos curto. Foi também o segundo GT Berlinetta de Rob Walker/Stirling Moss. O outro foi o chassi 2119.



Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 27 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Pierce Arrow 1933 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1710ª Pierce Arrow 1933 – Carros Clássicos Altaya
Pierce Arrow 1933
O primeiro Pierce Arrow Silver Arrow foi enviado para Nova York a tempo para o Salão do Automóvel realizado lá no início daquele ano. O segundo, o quarto e o quinto carros foram enviados para a fábrica da Pierce-Arrow em Buffalo, Nova York, para diversos usos promocionais.
Modelo real
O primeiro exemplar e, portanto, a carroceria nº 1, o primeiro Silver Arrow produzido, foi usado para apresentar a ousada nova ideia nos salões do automóvel da Costa Leste durante 1933, incluindo Nova York e Boston. Curiosamente, tanto as lembranças dos funcionários da Pierce da época quanto a análise das poucas imagens em preto e branco que sobreviveram parecem indicar que este primeiro Silver Arrow não era prateado, mas sim em dois tons de bege.
O comprador foi, M.C. Hudson, o distribuidor da Crazy Water em São Francisco, da famosa água mineral com propriedades curativas engarrafada no Texas desde 1881. Com a sua logomarca da Crazy Water nas portas, o Pierce serviu para promover a famosa cura milagrosa por toda a Califórnia.
Robert Greene, um dos fundadores da Sociedade Pierce-Arrow, encontrou o carro no Texas por volta de 1954, pertencente a um Sr. D'Oyley, outro distribuidor da Crazy Water.O historiador da Pierce-Arrow, Bernard Weis, indicam que, após a posse do Sr. Greene, o Silver Arrow teve vários proprietários temporários, antes de ser adquirido por James Brucker Sr., de Buena Park, Califórnia.
Brucker era famoso por fornecer carros antigos e incomuns para os estúdios de cinema de Hollywood, além de ser um dos primeiros apoiadores da "Kustom Kulture" da Califórnia, empregando artistas renomados da contracultura como Ed "Big Daddy" Roth e Von Dutch. A família abrindo a coleção ao público na década de 1970 como Movieworld Cars of the Stars and Planes of Fame, apresentando automóveis em cenários de época com placas pintadas à mão e listradas por Von Dutch em seu estilo irreverente característico. O Silver Arrow, agora com acabamento em prata e detalhes em azul, era uma das peças mais famosas da exposição. Durante o período em que pertenceu à coleção Brucker, consta que apareceu no filme de 1976, Gable and Lombard.
No final da década de 1970: o Dr. Don Vesley, da Louisiana e Flórida. O Dr. Vesley cuidou do carro e na década de 1980 o vender para a Blackhawk Collection, de Danville, Califórnia, onde chegou a ficar junto com os outros dois Silver Arrows existentes! Durante esse período, o carro recebeu sua restauração atual, feita por Mike Fennel, de Saugas, Califórnia, em dois tons de prata e estanho, com um estofamento listrado original.




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula 3B 36 25
Referencia nº 31 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Fiat 124 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1710ª Fiat 124 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Olhero, lembres-te do 124 para dar umas voltas ao circuito. Mas em 2018 Luís Losada participou com um azul .
Modelo real
Numa ação publicitária, via-se um Fiat 124ª ser lançado de paraquedas de um avião que cá não vimos.
A Fiat apresentou o 124 no Salão Automóvel de Genebra de 1966. No ano seguinte, este familiar de três volumes e quatro portas foi eleito "Carro do Ano" na Europa e deu origem a diversas versões, que vão da carrinha até ao desportivo 124 Spider de dois lugares e coupé.
Equipado com um motor de 1.197 cc com 60 cv de potência, do qual foram produzidas 1.543.000 unidades.
Na União Soviética o Fiat foi feito com o nome Lada, a uma cadência de 2.000 unidades por dia.
Fiat 124 deu origem a muitos carros pela Ásia e a Europa.
O modelo original teve a produção encerrada em 1974, mas alguns de seus modelos derivados continuaram a ser produzidos até 2012, caso do Lada Riva.
Na Espanha a SEAT fabricou mais de 896.000 unidades do SEAT 124 entre 1968 e 1980, incluindo a segunda e terceira versões do "124 Sport Coupé" entre 1969 e 1975. Com uma frente semelhante à do Fiat 125, o modelo também foi vendido como SEAT 1430, do qual foram fabricadas 255.414 unidades.[6]
Um acordo muito importante foi assinado na União Soviética, a partir do qual a Lada fabricou este modelo por décadas com várias denominações, de Lada 2101 a Lada 2107, sendo popularmente conhecido como "Zhiguli". Desta versão russa, quase 17 milhões de unidades foram produzidas.
Outras unidades do Fiat 124 também saíram de fábricas localizadas na Bulgária e Turquia, neste caso como TOFAŞ Murat 124.
Em 1986, vinte anos após seu lançamento na Itália, a produção foi iniciada por Premier na Índia com a carroçaria do SEAT 124-D "Versão ´75", neste caso com um motor Nissan. Entre 1970 e 1973, na Coreia do Sul algumas unidades deste carro foram montadas pela fabricante KIA, que eram conhecidas localmente como "Fiat-KIA 124". No total, 6775 unidades foram montadas.



Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 36 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ford Escort RS Cosworth - Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1709ª Ford Escort RS Cosworth Fernando Peres – Ricardo Caldeira 1995 - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
Não é Ford Escort RS Cosworth Fernando Peres – Ricardo Caldeira 1995 Rali de Portugal, mas sim
TAP-Rali de Portugal 1994 #10 Fernando Peres - Ricardo Caldeira Ford Escort RS Cosworth 5º classificado
Um dos habitues do Circuito de Vila Real
Modelo real ´
O Ford Escort RS Cosworth e o primeiro modelo 1993 a ser homologado para a 1 de Janeiro se estrear em Monte Carlo.
Exteriormente era normal, com uma enorme asa traseira, mas que interiormente foi totalmente redesenhado com motor longitudinal, sistema de injecção de água e caixa de 7 velocidades com vista au uso faturo sistemas automáticos.
Fernando Peres Ricardo Caldeira, os vencedores do Campeonato Nacional no Ford Sierra Coswort 4X4 estrearam o novo carro da equipa Peres Competição, um Ford Escort RS Cosworth que apos a Toyota encerrar o seu programa nos ralis. ficaram a suportar quase todas as ‘despesas’ continuava a ser a Peres Competições, a Rodamsport e a Renault Galp.
Um início pouco auspicioso, no Rali de Portugal de 1993, levaram Fernando Peres/ Ricardo Caldeira a abandonar por acidente no Ford Escort Cosworth amarelinho.
Em 1994, A Tap, a responsável pelo começo do Rali em 1967, foi em 1975, substituída pelo Vinho do Porto como principal patrocinador, voltava a dar o nome a prova, que pela última vez, partia e chegava ao Estoril.
O 28º TAP Rallye de Portugal 1994 realizava-se assim de 28 de Fevereiro a 3 de Março, com 97 Inscritos, 90 e 90 que partiram do Circuito do Estoril no dia 1 de março.
O Ford Escort, agora pintado de azul e com uma das mais belas decorações inicia a prova no Estoril com Fernando Peres/ Ricardo Caldeira
François Delecort dominou a primeira etapa entre o Estoril e a Povoa do Varzim com os Escort muito à-vontade nos pisos de asfalto.
No final, o Toyota Célica de Kankkunen foi seguido pelo de Didier Auriol. 3º Grupo A foi o Ford Escort de Massimo Biasion, enquanto Fernando Peres consegue um excelente 5º lugar, logo atras do Carlos Sainz no Subaru Impreza 555
Jesus Puras ao vencer o Grupo N, com o 8 lugar foi seguido por Rui Madeira.




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 11 preço 10€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
197º Encontro de Clássicos Além Corgo Vila Real Março parte 2
Agora, vamos ás novas máquinas dos nossos amigos
Morris Mini 1973 Rogério Almeida

Mercedes – Benz 190 1991 Helena Oliveira


Yamaha Tenere 700 Patrique Queirós
Renault Super 5 1985 Pedro Santos

Yamaha XV 250 1991 João Fontes
Audi R8 2007 Carlos Durão

Redford T.J610 1978 Romeo Sampaio

Alfa Romeo GT Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1708ª Alfa Romeo GT 3.2 V6 –Dream cars Altaya
Alfa Romeo GT 3.2 V6 24v
O Alfa Romeo coupé GT 3.2 V6 equipado com o lendário V6 Busso
foi o coupé GT 3.2 V6, que saiu de cena em 2007, mas continua cheio de saúde.
O carro italiano foi apresentado em 2003 e é equipado com um motor a gasolina de 6 cilindros aspirado, produzido pela Alfa Romeo. O motor tem uma cilindrada de 3,2 litros, tração dianteira e câmbio manual de 6 marchas. O veículo em questão é um carro desportivo com velocidade máxima de 243 km/h, acelera de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos e consome cerca de 12,4 litros de combustível a cada 100 quilômetros.
Modelo real
Alfa Romeo GT é um design da Bertone. baseado na plataforma C da Fiat e também foi utilizada nos modelos 156, 147, Lancia Lybra, Fiat Bravo/Brava/Marea e Multipla, 6] Inicialmente, a Bertone insistiu em montar o carro em sua própria fábrica, mas após a recusa da Fiat, empresa controladora da Alfa Romeo, o GT passou a ser montado na fábrica de Pomigliano
A carroceria no estilo clássico de um coupê, com um design hatchback de duas portas. Com um banco traseiro completo, oferece cinco lugares, em vez de uma configuração 2+2, o GT tem na maioria componentes mecânicos do 156/147, utilizando a mesma suspensão dianteira de braços duplos triangulares e suspensão traseira independente com amortecedores MacPherson, braços paralelos e barras de reação.
O interior deriva do hatchback 147, com o qual compartilha muitas peças em comum: como o mesmo layout do painel, funções, sistema de climatização e sistema elétrico similar.
Algumas peças externas também são compartilhadas com o 147, como o capô, os retrovisores e os para-lamas dianteiros (do 147 GTA). A gama de motores incluía os motores a gasolina 1.8 TS e 2.0 JTS, um turbodiesel 1.9 MultiJet e um motor a gasolina V6 3.2 topo de linha..




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 20 preço 9€99
Matrícula BC 092 ZF
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – China
Ferrari 512 BB Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1707ª Ferrari 512 BB 1976 –Ferrari Colection RBA Fabri
O primeiro Ferrari Berlinetta Boxer foi o Ferrari 365 GT4 BB e só em 1976 Ferrari 512 BB
420ª – Ferrari BB Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-bb-um-olhar-sobre-as-minhas-1346310
698ª – Ferrari 512 BB BAM
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-512-bb-um-olhar-sobre-as-1585853
728ª – Ferrari 512 BB Tron
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-512-bb-pozzi-thompson-um-1591918
983ª – Ferrari 512 BB Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-512-berlinetta-boxer-um-olhar-1745498
937ª – Ferrari 512 BB Daytona Burago
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-512-bb-um-olhar-sobre-as-1718592
Modelo real
Um dia, um engenheiro trabalhar para a Ferrari em 1976, apresenta a Enzo Ferrari a visão de um carro de rua com motor central, carroceria curta, potente, mas excecionalmente ágil. Enzo não aceitou a ideia e expressou sua opinião de que os compradores não conseguiriam lidar com tal configuração em um carro de rua. Mas o protótipo foi contruído e Fioravanti, associa as curvas do protótipo a Brigitte Bardot.
O primeiro Ferrari Berlinetta Boxer foi o Ferrari 365 GT4 BB, apresentado no Salão Automóvel de Turim em 1971, concebido para rivalizar com o Lamborghini Countach e outros modelos de marcas como Lotus e Maserati.
Após cinco anos de sucesso com o 365, a Ferrari lançou o 512 BB. Onde a carroceria da Pininfarina diferia apenas ligeiramente do modelo anterior em certos detalhes, em 1976, aumenta a cilindrada do seu motor boxer de 12 cilindros para 4.942 cc e criou a designação Ferrari 512 Berlinetta Boxer, comumente abreviada para "BB, ressuscitar o nome do antigo carro de corrida Ferrari 512, onde o nome 512 se refere ao motor de 5 litros e 12 cilindros. O novo motor impressionou, oferecendo a mesma potência em rotações mais baixas, melhor torque e uma entrega de potência mais suave do que a versão anterior no 365 GT4 BB.
O carro manteve-se extremamente fiel ao projeto original, com o protótipo praticamente idêntico ao modelo final, algo raro entre os superdesportivos.



Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 26 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Minerva Type AL40CV 1930 Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1706ª Minerva Type AL40CV 1930 – Carros Clássicos Altaya
O meu padrinho falava-me num Minerva dos Bombeiros Voluntários da Cruz Verde que eu nunca vi. E que poderá ter a mesma matrícula do AB 66- 70, do Graham Brothers de 1931,
A primeira volta de 2014 por Vila Real.
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/b+v+vila+real+%E2%80%93+cruz+verde
Modelo real
O logotipo da Minerva tem o perfil da deusa romana de mesmo nome.
No início do século XX, a Minerva seria venerada por muitos,e não escapou aos olhares Sylvain de Jon um holandês, mas estabelecido em Antuérpia, na Bélgica e começou fabricando bicicletas. Em 1902, de Jong iniciou a produção de automóveis. Utilizando a licença de Jong começou a utilizar o motor com válvulas encamisadas em seus projetos e passou a produzir automóveis de luxo.
A ascensão das economias na década de 1920, as ideias de de Jong para automóveis de luxo acompanharam essa tendência. E m em mente o que seria considerado o automóvel de luxo definitivo quando essas mesmas economias começassem a entrar em colapso. Sem se deixar abalar, de Jong prosseguiu com seu notável Al, produzidos apenas cerca de 50 exemplares do AL, sabe-se que apenas oito ainda existem
Para o publicitar Prosper Plasman concvida o piloto da Chenard & Walker poa pilotar o novo 22CV. Ocapot foi selado em Ostende , no dis 28 de Novenbro , e com três passageiros partiram na madrugada, ás 0,50 e um tempo medonho as 18H45 , o 22cv no dia seguinte as 12,45 estava em Marselha.
A tempo de chegar ao Salão do Cinquentenário, tendo impressionado o Rei Alberto de visita quando afirmou. “E muito elegante terdes regressado com os Guarda lamas intactos depois de semelhante raid




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula
Referencia nº 30 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
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