Sábado, 14 de Fevereiro de 2026

Fiat 500C Topolino 1949  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Fiat 500C Topolino 1949  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1685ª Fiat 500C Topolino 1949  – Os Nossos Queridos Carros  Altaya

Fiat 500 Model C Convertible Saloon

492ª – Fiat 500 1936 Prima Série Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-500-um-olhar-sobre-as-minhas-1392093

501ª – Fiat 500C 1949/1955 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-500c-topolino-1949-um-olhar-1399746

O Topolino , como é popularmente conhecido, foi o primeiro carro utilitário, europeu e o automóvel que deu inicio, em 1936, à motorização massiva da Itália.

Chegou a Portugal através da Fiat Portuguesa , com sede em Lisboa , que podia vender bastantes unidades ao ajustar o preço final do pequeno veiculo.

Modelo real

O Topolino era um dos carros mais pequenos do mundo. Lançado em 1936, teve três modelos produzidos até 1955, todos com apenas pequenas alterações mecânicas e estéticas. Equipado com um motor de quatro cilindros, válvulas laterais e refrigeração a água de 569 cc, montado na frente do eixo dianteiro e posteriormente um motor com válvulas no cabeçote), sendo, portanto, um carro de tamanho normal e não um ciclo-carro. O radiador estava localizado atrás do motor, o que possibilitava um perfil aerodinâmico frontal mais baixo em uma época em que os concorrentes tinham uma grade plana, quase vertical.[4] O formato da frente do carro permitia uma visibilidade frontal excepcional.

Os modelos A e B compartilhavam a mesma carroceria, mas o motor do modelo B tinha 12 kW (16 hp) de potência, em comparação com os 9,7 kW (13 hp) do modelo A, produzido de 1937 a 1948, enquanto o modelo B foi produzido em 1948 e 1949.

O Modelo C foi introduzido em 1949 com uma carroceria remodelada influenciada pelas linhas dos carros americanos, nos quais era habitual a carroçaria tipo pontão.

Guarda lamas integrados na carroçaria, formando um corpo único, o pequeno Topolino assim se apresentou no Salão de Genebra de 1949, o Fiat 500C com a frente da carroçaria ampla , plana e sem proeminências frontais, com os faróis incorporados nos guarda lamas. , o seu comprimento apenas cresceu 35cm com a adopção do para-choques. e o mesmo motor do B, sendo oferecido nas versões sedan de 2 portas, sedan conversível de 2 portas, perua de 3 portas e furgão de 2 portas. Em 1952, o Giardiniera foi renomeado para Belvedere e o mesmo motor do Modelo B,

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série Os Nossos Queridos Carros  

Referencia nº 31 preço 9€99

Matrícula portuguesa TT-23-87

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por dinis às 18:16
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2026

Citroen C2 S 1600 Rali de Portugal 2005- Os Nossos Campeões de Ralis   - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen C2 S 1600 Rali de Portugal 2005- Os Nossos Campeões de Ralis   - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1684 ª Citroen C2 S 1600 Rali de Portugal 2005 Adruzilo Lopes - Jorge Henriques - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya

Citroen C2 S 1600 Rali de Portugal 2005 Adruzilo Lopes-Jorge Henriques.

Adruzilo Lopes, piloto com crédito s firmados na velocidade e em Vila Real, onde participou com o Citroen AX Gti .O piloto nortenho acabou por regressar a marca francesa que o piloto de Regilde bem conhecia.

Modelo real

No primeiro Rali de Portugal em 1988, fiz a prova com o Toyota Corolla GT, com que tinha feito o troféu [de Velocidade, no ano anterior. para a prova, levei o meu irmão Vítor Lopes como navegador. Lá fui andando, ao meu ritmo e, quando chegámos a Fafe, ele virou-se para mim e disse-me: ‘Ou começas a andar mais devagar, ou fico já aqui!’

De volta à Citroen, Adruzilo Lopes, a equipa que dominara o nacional nas temporadas anteriores, viu terminado o prazo de validade do Citroen Saxo Kit Car, o que levou a Citroen a voltarem-se para o Citroen C2 1600 e iniciar o processo de desenvolvimento, além da estreia do Challenge C2 da Citroen que iria ser conquistado por Vítor Pascoal.

A máquina estreante, o Citroen C2 mostrou potencial nas afinações, mas para a secção matinal foram desajustadas, perante o esforço de Adruzilo Lopes que perdeu 20 segundos na especial da Povoa do Varzim, a gala noturna de abertura do campeonato nacional.

A prova seguinte foi o Rali de Portugal ao qual assisti na Povoa, era candidata ao Mundial o 39. PT Rallye de Portugal 2005 foi realizada nos dias 31 de Março 2 de Abril num percurso de 701,99km divididos em duas etapas teve 77 participantes e terminara 33 viaturas.  

Na sua quinta participação no Rali de Portugal, foi demasiado curta. Lugo na primeira etapa, foi obrigado a desistir com um problema ao nível da caixa de velocidades, o que o impediu de lutar pela vitoria na Classe S1600 que acabou por ser ganha pelo piloto espanhol Daniel Sordo que também utilizava um Citroen C2.

1º. Carlsson Daniel - Andersson Mattias Subaru Impreza STi N10

2º. Hirvonen Mikko - Lehtinen Jarmo Subaru Impreza STi N9

3º. Araújo Armindo - Ramalho Miguel Mitsubishi Lancer Evo VIII

4º. Kankkunen Juha - Repo Juha Subaru Impreza STi

5º Sordo Dani - Martí Marc Citroën C2 S1600

Citroën Total Rallye Team

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya

Os Nossos Campeões de Ralis  

Referencia 6 preço 10$99

Matrícula 78-98-ZA

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por dinis às 18:25
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António Peixinho   11-04- 1935 a 13-02-2026

Na sua passagem pelo Circuito Internacional de Vila Real

António Peixinho   11-04 -1935 a 13-02-2026

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XIIIº CIRCUITO DE VILA REAL 1966

AUTOMÓVEIS DA CATEGORIA: GRANDE TURISMO Grupo 3 SPORT Grupo 4

2º      António Peixinho               55           Ferrari 250 LM    P   Gr.6   25           1h 15m 16,76s    

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1967 Turismo

1º           António Peixinho             57          Ford Cortina Lotus Mk 2                               20                          134,900

 

1969 XVIº CIRCUITO DE VILA REAL INTERNACIONAL AUTOMÓVEIS DA CATEGORIA: TURISMO Grupo 2 TURISMO ESPECIAIS Grupo 5

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9º           TEAM FORD PALMA António Peixinho     10 Ford Escort  Twin Cam             5  2º IIIª 15             45m 39,40s

Até um dia.


publicado por dinis às 17:41
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026

Lotus Exige S2 2004- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lotus Exige S2 2004- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1683ª Lotus Exige –Dream cars   Altaya

Lotus Exige S2 2004

Nos ecrãs do Circuito de Vila Real todos vimos Francisco Gonçalves a vencer em Vila Real a primeira corrida do Campeonato de Portugal SuperLegends em 2024, depois do Lotus Elise perder uma roda e ficar parado na reta da meta a quatro minutos do fim da prova, forçando uma bandeira vermelha que lhe deu a vitória na corrida

No ano seguinte voltou a vencer a primeira corrida do programa do SuperLegends, a colorir a celebração dos 100 anos de Vila Real como cidade.

Modelo real

O Lotus Elise lançado em setembro de 1996 é um roadster de dois lugares com motor central traseiro e tração traseira, possui uma carroceria de fibra de vidro sobre um chassis de alumínio extrudado colado, que proporciona uma plataforma rígida para a suspensão, mantendo o peso e os custos de produção ao mínimo. O Elise recebeu o nome de Elisa Artioli, neta de Romano Artioli, presidente da Lotus e da Bugatti, a dona da marca.

Um novo modelo surgiu em 2000, muito semelhante, o Lotus Exige, é uma versão coupé do Elise, dotado de um motor Rover K Series de 1,8 L, quatro cilindros em linha, naturalmente aspirado, na versão VHPD (Very High Performance Derivative). produzia 177 cv (132 kW; 179 PS) a 7.800 rpm. e uma versão para pista com 190 cv (142 kW; 193 PS). O carro tinha uma caixa de câmbio manual de cinco velocidades e uma velocidade máxima declarada de 219 km/h (136 mph). A aceleração de 0 a 97 km/h (60 mph) era feita em 4,7 segundos e de 0 a 100 km/h (62 mph) em 4,9 segundos.

A Série 1 do Elise termina em 2000 e a 9 de outubro do mesmo ano, é anunciado o Elise Série 2, um Série 1 redesenhado, utilizando uma versão ligeiramente modificada do chassis da Série 1 para atender às novas normas e construídos em conjunto com o Opel Speedster e Vauxhall VX220, na mesma linha de produçãoem Hethel. Ambos os carros compartilhavam muitas peças, embora tivessem transmissões e motores diferentes.

Em 2004, foi lançado o Exige Série 2, dotado de um motor Toyota/Yamaha DOHC de 1,8 L e 16 válvulas, naturalmente aspirado, com potência de 190 hp (142 kW; 193 PS) e designação Toyota 2ZZ-GE. Comparado ao Elise o Série 2, possui um splitter dianteiro, teto rígido de fibra de vidro com entrada de ar, cobertura do motor traseiro e spoiler traseiro. O único propósito dessas adições aerodinâmicas ao Elise básico é gerar mais downforce (quase 45 kg (100 lb) de downforce a 161 km/h (100 mph) no Exige, contra 5,9 kg (13 lb) a 161 km/h (100 mph) no Elise)

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série carros Dream cars  

Referencia nº 15 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 18:27
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2026

Ferrari F 40  - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari F 40  - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1682ª Ferrari F 40 – Ferrari Colection RBA Fabri

Ferrari F 40

979ª – Ferrari F 40 Herpa

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-f-40-um-olhar-sobre-as-minhas-1743006

No "Gathering Supercars 2025" em Vila Real um dos maiores e prestigiados eventos de super carros da Europa para o qual foi o primeiro a chegar, o Ferrari F40, também fez “Drift” e foi um herói no show, protagonizado num dos espetáculos mais fabulosos, nas antigas boxes do Circuito Internacional de Vila Real, demostrando toda a sua sumptuosidade elegância e destreza do seu proprietário.

E a curiosidade do Ferrari F40 que foi de Alain Prost , que nunca foi conduzido pelo piloto francês.

Modelo real

Apresentado no Salão de Frankfurt de 1987, o F40 foi o último projecto que o Commendatore Enzo Ferrari acompanhou, embora, na sua ideia, os seus automóveis de estrada fossem um meio de adquirir fundos para os custos das corridas.

Em 1990, tanto o Ferrari F40 quanto Alain Prost eram sinônimos de velocidade. O F40 era o carro de produção mais rápido do mundo e o piloto francês, tricampeão mundial de Fórmula 1 na McLaren e havia trocado a equipe britânica pela Ferrari.

Perante isto a Ferrari achou adequado entregar-lhe um Ferrari F40, para publicidade, mais precisamente o chassis 83249, sem catalisador ou suspensão adaptativa, especificações ainda de protótipo, foi produzido no final de 1989. Contudo, nem isso impediu Prost de se desfazer do F40 pouco depois de o ter recebido, e nunca o ter conduzido, como revelou recentemente, Alain Prost em entrevista à RM Sotheby’s, que este F40 lhe foi, de facto, oferecido, mas que nunca o usou, vendendo-o pouco depois de o receber (tendo assinado o tejadilho do F40, num detalhe ainda hoje visível graças à cobertura de verniz aplicada então).

No odómetro, mostra 2900 milhas, cerca de 4660 quilómetros, e a RM Sotheby’s na intenção de obter uma licitação vencedora entre os 2.5 e os 3.0 milhões de euros, com o prazo limite a ser o dia 12 de maio.2023.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Ferrari  Colection

Referencia nº 21  preço 10€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por dinis às 18:25
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026

Daimler Double Six Convertible 1931 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Daimler Double Six Convertible 1931 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1681ª Daimler Double Six Convertible 1931 – Carros Clássicos Altaya

A Daimler e a família real britânica nas décadas de 20 e 30 do seculo passado, são indissociáveis. Nas cerimónias de Estado, havia uma fila de Daimler, cada um adornado com uma bandeira, o Estandarte Real, ou o Brasão Real acima de seu amplo para-brisa.

Em 1926 o motor Daimler Double-Six. foi considerado por muitos como a unidade de potência mais complexa já feita para um carro particular.

Modelo real

1931 Daimler Double Six Sport Drophead Coupe

A Daimler, uma das primeiras marcas britânicas e com reputação de excelência, apresentou o Double Six no Salão Automóvel de Olympia de 1926.

Pomeroy  usou dois blocos de seis cilindros do Daimler 25-85, que ele montou a 60 graus um do outro, um cárter de alumínio fundido. Cada bloco do motor era dividido em dois grupos de três cilindros, resultando, na prática, em quatro cabeçotes. Como os bancos de cilindros não eram deslocados, todas as bielas do lado direito possuíam extremidades bifurcadas e compartilhavam os pinos de manivela com as bielas do lado esquerdo.

O rei George V da Inglaterra nunca comprou um Double-Six completo, mas converteu dois modelos anteriores da Daimler para o motor V12.

A produção do Daimler tinha nos catálogos sete chassis diferentes do Double-Six e,15 variações eram possíveis, incluindo um elegante conversível Corsica.

A Pomeroy aprimorou a linha Daimler para 1931 combinando um volante hidráulico com uma caixa de câmbio pré-seletora epicíclica para produzir algo semelhante a um sistema de transmissão automática.

A produção do Daimler Double Six começou em 1926 e, embora o modelo tenha permanecido disponível até 1937, quando a última limusine cerimonial construída pela Daimler, expressamente para as comemorações do Jubileu de Prata de 1935.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO,

Série Carros Clássicos

Matrícula

Referencia nº 25 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por dinis às 18:09
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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2026

Saab 96 V4 1973 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Saab 96 V4 1973 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1680º Saab 96 V4 1973 – Os Nossos Queridos Carros  Altaya 

Saab 96 V4 1973

Paulo Sousa estreou o Saab 96 no Troféu Classic Super Stock, no circuito de Boavista em 2013

A firma aeronáutica Sueca SAAB, as inicias de Svensca Aeroplan Akliebolaget, diversificou a sua actividade  e voltou-se para o  sector automóvel em 1948 quando apresentou um carro de linhas aerodinâmicas a que chamaram o Saab modelo 92 . Um tracção dianteira transversal cujo bicilindrico a 2 Tempos  de 764  cc e 25 cv era inspirado no DKW.

1596ª Saab 96 V4 Rally da Suécia 1973 Blomqvist- Hertz  –Rally Car  Collection Altaya

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+1596+saab+96+v4+rally+da+su%C3%A9ci

Modelo real

O Saab 96 substitui o Saab 93, apresentava carroceria aerodinâmica de duas portas, capacidade para quatro passageiros e, inicialmente, um motor de dois tempos e três cilindros, posteriormente substituído por um motor V4 de quatro tempos da Ford. Inicialmente na “Operação Kajsa" visava dotar a Saab de um motor de quatro tempos, foi planeado entre 1962 e 1964, por Kjell Knutsson e Ingvar Andersson, sob a supervisão de Rolf Mellde, testaram três motores diferentes: um Lloyd Arabella de 897 cc e 45 cv; um motor BMC Série A de 848 cc e 33 cv; e um motor Lancia Appia de 1089 cc e 48 cv. No entanto, a ideia de Rolf Mellde de que a Saab precisava mudar para um motor de quatro tempos foi vetada por Tryggve Holm. Mellde mas, pelas costas de Holm e contatou Marc Wallenberg, filho de Marcus Wallenberg, o principal acionista da Saab. Os motores agora testados foram o Volvo B18, o Ford V4, o Triumph 1300, o motor Lancia V4, o Opel e o Volkswagen.

Em relação ao seu antecessor, o Saab 93, o 96 apresentava um espaço de armazenamento maior e mais acessível, além de um vidro traseiro maior. A dianteira foi alongada nos modelos de 1965, em preparação para um novo motor, e o radiador foi posicionado à frente do motor, em vez de acima e atrás, uma herança dos modelos anteriores que possuíam refrigeração por termossifão.[2] Os vidros dianteiro e traseiro foram ligeiramente ampliados nos modelos de 1968.

Os motores V4 comuns produzidos entre 1967 e 1976 tinham 65 cv (48 kW). Os carros do primeiro ano de produção tinham motores com a inscrição "Ford Motor Company".

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série Os Nossos Queridos Carros  

Referencia nº 30 preço 9€99

Matrícula portuguesa

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por dinis às 17:54
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2026

196º Encontro de Clássicos Além Corgo, Vila Real Fevereiro parte 2 

196º Encontro de Clássicos Além Corgo, Vila Real Fevereiro parte 2 

Mesmo com o intenso temporal os nossos amigos estiverem presentes com as suas novas máquinas 

IMG_20260201_104542.jpgFrancisco Marrão no BMW Série 1

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IMG_20260201_114346.jpgPorsche 824 de Luís García

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publicado por dinis às 22:52
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Ford Focus WRC Rui Madeira – Fernando Prata 2001  Os Nossos Campeões de Ralis   - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ford Focus WRC Rui Madeira – Fernando Prata 2001  Os Nossos Campeões de Ralis   - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1679ª Ford Focus WRC Rui Madeira – Fernando Prata 2001  - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya

Ford Focus WRC Rui Madeira – Fernando Prata 2001  .

Modelo real

O Rali de Portugal 2001 ficou marcado pelo mau tempo, muita chuva que transformou os troços em mares de lama, criando grandes dificuldades a todos os concorrentes.

Na primeira etapa ficou claro que apesar de estar a descobrir o seu novo Ford Focus RS, o seu andamento era vivo, pelo que rapidamente se afirmou como o melhor dos pilotos privados. Logo atras dos oficiais.

A sua tarefa acabou facilitada pelo abandoo de Adruzilo Lopes no Peugeot 296 WRC que não foi alem da quarta classificativa devido a problemas na caixa de velocidades e pela toada defensiva de Pedro Matos Chaves no Toyota Corolla WRC.

 Na segunda etapa, o piloto de Almada dilatou a sua vantagem face a Pedro matos chaves, regressando a Santa Maria da Feira com um confortável avanço subindo ao 11º lugar da classificação geral., beneficiando de algumas desistências.

 A partida para a última etapa, apesar de ter rubricado excelentes tempos, nomeadamente no Minho, o importante era terminar o rali, tirou proveito de Pedro Matos Chaves que abandonou com a meta á vista. Na penúltima classificativa traído pela embraiagem do Toyota.

No final foi o melhor português no ano em que Tommi Makineen garantiu a sua 100º vitoria no Campeonato do Mundo de Ralis neste Rali de Portugal.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya

Os Nossos Campeões de Ralis  

Referencia 5 preço 10$99

Matrícula

Preço  

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por dinis às 18:13
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Sábado, 7 de Fevereiro de 2026

Audi RS6  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Audi RS6  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1678ª Audi RS6  –Dream cars   Altaya

O primeiro super sedan da Audi

O Audi RS6 é uma versão de alto desempenho do Audi A6, é disponível no modelo sedan (Saloon) ou perua (Avant).

Modelo real

Duas gerações foram produzidas, a primeira em 2002 indo até 2004, com motor V8 com 480 cv de potência e as linhas do A6 em 2002 nas versões Avant e sedan.

O Audi RS 6 definiu padrões entre as station wagon de elevada performance e versatilidade extraordinária para o quotidiano. O conceito original de 2002 atingiu o sucesso graças à associação do potente motor biturbo V8 e à tração integral quattro, exclusiva da Audi.

O motor que equipava o primeiro RS 6 recebeu ainda tratamento adicional em Inglaterra, por um conjunto de técnicos especialistas da quattro GmbH e do fabricante britânico de motores de alto rendimento e performance Cosworth, uma subsidiária da AUDI AG até 2004 alcançaram à epoca, uma potência e um binário: 450 cv e 560 Nm, permitiram ao RS6 escalar para o topo do segmento e o motor V8 do RS 6 deixou a concorrência alerta. Como comparação, à data, o modelo de competição com que a Audi competia no DTM, preparado pela equipa ABT e com o qual o piloto Laurent Aïello utilizou para garantir o título de 2002, também dispunha de 450 cv.

A Audi Sport na América do Norte competiu na Classe GT do Speed ​​World Challenge da SCCA Pro Racing e conquistou o título de construtores em 2001, foi vice-campeã em 2002, e o piloto da equipe, Michael Galati, levou o campeonato de pilotos nos dois anos

O RS 6 enfrentou a concorrência de um Cadillac CTS-V com apoio de fábrica, mas ainda assim saiu vitorioso. A Champion Audi Racing decidiu retirar o RS 6 da série, alegando regras e regulamentos injustos que visavam os Audi dominantes.

Entre abril de 2004 e setembro de 2004, a última produção limitada de um RS 6 ainda mais potente, denominado Audi RS 6 Plus, com um aumento na potência do motor (código de identificação: BRV), produzindo 353 kW (480 cv; 473 bhp) entre 6.000 e 6.400 rpm, com o mesmo torque de 580 N⋅m (428 lb⋅ft) entre 1.950 e 6.000 rpm. Este motor também foi desenvolvido e fabricado no Reino Unido pela Cosworth Technology (agora conhecida como MAHLE Powertrain). uma nova unidade de controle do motor (ECU) e dois radiadores de líquido de arrefecimento adicionais atrás dos intercoolers laterais (estes eram itens de série no RS 6 padrão em países de clima mais quente). Os números oficiais de desempenho indicam uma aceleração de 0 a 100 km/h (62,1 mph) em 4,4 segundos. O RS 6 Plus atinge os 200 km/h em 20,36 segundos e tem uma velocidade máxima oficial de 280 km/h.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série carros Dream cars  

Referencia nº 14 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 17:12
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