Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017

Juno Racing Cars feito em Portugal

Juno Racing Cars

 feito em Portugal

 

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https://www.facebook.com/JunoRacing/?fref=ts

Juno Racing Cars

 


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Segunda-feira, 30 de Maio de 2016

Automobília Aveiro 2016 – parte 8

Automobília Aveiro 2016 – parte 8

Na  Automobilia de Aveiro este ano de 2016 a comemorar a sua 24.ª edição uma novidade interessante

Projeto Carochas de Aveiro

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Chassis Tubular

Motor VW tipo 1

Cilindrada 2000

Potencia 150 cv

Velocidade máxima ás 6500rpm 223 km/h

 

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Uma recordação muito boa ..

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Um regresso que se saúda , Auto Vintage .

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Um belo desportivo muito raro.

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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2014

Edfor Grand Sport

Edfor Grand Sport

O Edfor Grand Sport apresentado no Salão Automóvel do Porto em 1937

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Um dos mais belos automóveis portugueses, o Edfor Grand Sport foi apresentado no Salão Automóvel do Porto, em Abril de 1937 e desde logo prendeu a atenção pela sua originalidade e grande beleza. Era um belo automóvel, moderno e de produção nacional, numa sequência dos três automóveis de corrida construídos por Eduardo Ferreirinha na EEI (Eduardo Ferreirinha & Irmão) para as provas de automóveis e como não podia deixar de ser os bólides presentes em Vila Real pilotados por Manoel de Oliveira, Giles Holroyd e Alfredo Ribas.

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Assim, o Edfor Grand Sport, matricula RP - 10 – 30, veio a Vila Real e pilotado pelo seu construtor foi a estrela ao comandar a prova de Sport durante oito voltas e terminando num honroso 4º lugar.

Um dos exemplares, raro e de elevado valor histórico, o último, continua na posse da família Ferreirinha e é visto em várias manifestações desportivas em Portugal.

A sua classe e elegância continua a espalhar por toda a perte as pequenas multidões que facilmente o rodeiam.

 

A primeira corrida do Edfor

http://manueldinis.blogs.sapo.pt/50366.html

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6008350_aWE03.jpegO Edfor, no Museu do Caramulo, durante a exposição Automóveis Portugueses em 2009

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Caramulo Motor Festival parte 5

http://manueldinis.blogs.sapo.pt/218899.html

17361083_rRv8E.jpegCascais Classic Motorshow 2014 parte 2

http://manueldinis.blogs.sapo.pt/310365.html

 Características técnicas

Motor: Dianteiro, Ford V8 preparado, 3.622 cc, pistões EFI “a turbulência”; Potência (cv): 90 a 100 cv; Diâmetro x Curso (mm): 77,78 x 92,25;

Transmissão: Traseira; Caixa de três velocidades – 1ª (1:8,22), 80 km/h; 2ª (1:4,68), 125/130 km/h; 3ª (1:3,54), 160 km/h + Marcha atrás;

Travões: De tambor, equipados com alhetas de liga de alumínio de grande diâmetro;

Direção: Equipada com caixa intermédia multiplicadora; Suspensões: Artesanais, de geometria variável, reguláveis; Na Frente tinham molas helicoidais em grupo, reguláveis;

Amortecedores André Telecontrol, reguláveis a partir do “tablier”;

 Vel. Máx. 160Km/h;

Peso total :970 Kg;

Preço: 55.000$00 (à época).

 


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Terça-feira, 30 de Setembro de 2014

Edfor de Manoel de Oliveiro

Edfor de Manoel de Oliveira

Palmarés Vila Real

1937 4º classificado na categoria corrida

1938 abandonou

 

A descoberta feita em 1970 por um entusiasta alemão por terras portuguesas em 1979 de um modelo desportivo desconhecido num museu privado na Chamusca (Ribatejo) revelou-se um achado fantástico. Após várias e morosas diligências, os novos proprietários entusiasticamente  procederam na Alemanha á sua restauração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saber mais:

Die Geschichte des Rennwagens von Manoel de Oliveira

http://www.phg-hh.de/PP_PDF/Portugal_Post/PP32/s_pp32_oliveiraD.html

 


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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

Palma V Fórmula V

Palma V Fórmula V

 

Circuito Vila do Conde Revival 2010 Fórmulas

 

 

 

http://manueldinis.blogs.sapo.pt/58022.html

 

Circuito Vila do Conde Revival 2010 Memorial Luís Fernandes Revival

 

 

 

http://manueldinis.blogs.sapo.pt/61253.html

 

Cascais Classic Motorshow 2013 parte 2

 

 

 

 

Palma V, um bólide de fabrico nacional, da Fórmula V e pilotado por Manuel Nogueira Pinto e Luís Fernandes.

 

http://manueldinis.blogs.sapo.pt/214865.html

 


publicado por dinis às 22:18
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Sábado, 21 de Dezembro de 2013

Lotus MK VI MG Aranhiço

Lotus MK VI MG "O Aranhiço" 

 

Um Automóvel Português com História, o qual terá tido duas carroçarias idealizado por Mário de Jesus para o chassis Lotus MK VI de Eduardo Nunes de Carvalho.

"A história de uma improvável descoberta começa num domingo de manhã ao receber um link para um leilão no eBay. O nosso sempre atento amigo João Vieira da Cunha alerta-nos para o facto de alguém em Portugal acreditar estar na posse de um Lotus MK VI, o primeiro carro feito em série por Colin Chapman e um dos apenas 110 fabricados sendo que muitos deles não chegaram aos nossos dias. O titulo do item era sugestivo “Lotus Mk VI - mistery car ? Barn find”. O proprietário confessava-se “not an Lotus expert” o que mais tarde se veio a revelar pouco verdadeiro como poderão comprovar os que o conhecem há anos. 
Logo a minha curiosidade e vontade de saber mais se coloca em campo e começo a perguntar a meia dúzia de contactos com largo conhecimento do automóvel em Portugal, se poderia ser verdade. Ao mesmo tempo tento entrar em contacto com o vendedor na esperança de saber mais. Domingo passou e algumas respostas começam a chegar mas poucos equacionavam que pudesse ser um verdadeiro 6 apontando o carro como sendo um mero MG que tinha corrido em Portugal na década de 50, sob o nome de Lotus-MG com fracos resultados.
Segunda-feira recebo a resposta do vendedor e com a mesma a confirmação de uma pequena desconfiança dado o nome que usa no eBay. Era de facto o conhecido Joaquim “Kikas” Bessa que estava a negociar o carro. A história era simples de contar, o carro chega-lhe às mãos, há uma tentativa de restauro por parte de um parente que na altura não identifica o carro como um Lotus e uma desistência do projecto fazendo o mesmo retornar às mãos de Kikas. Numa visita de um cliente, também ele um apaixonado por Lotus, surge a hipótese de esse amontoado de tubos ao canto da garagem ser de facto um Mk6. Com base nessa hipótese e sem nenhuma confirmação, Kikas decide arriscar num leilão do eBay.
Com base nestes dados e valendo-me da já vasta rede de contactos que o Club Lotus Portugal foi estabelecendo, entro em contacto com os grandes especialistas dos Lotus pré-Hethel que pouco a pouco vão desvendando detalhes que mais tarde me ajudariam no meu trabalho. Por esta altura já meio mundo Lotus estava de olho no carro, incluindo o historiador da marca que me diz ter recebido alguns pedidos de informação sobre aquele carro, administradores de Forums Lotus que tinham sido inundados com perguntas e os especialistas dos Registos Lotus que tinham sido alertados da possibilidade. Ora aqui entra em cena Charles Helps, register dos Mk6 que com o seu vastíssimo conhecimento me indica o que procurar e onde. As possibilidades era remotas, pouca coisa indicava que pudesse ser um Lotus 6 mas para quem como eu acredita que nem tudo é como lhe contam ou parece, tinha de ver com os meus próprios olhos.
Chegados à oficina do Kikas, a mesma simpatia e vasto conhecimento de sempre. Muitas histórias sobre a história do automóvel em portugal, muitos detalhes deliciosos de Lotus em Portugal e finalmente o desvendar do pequeno carrinho vermelho. Munidos de fotos e esquemas enviados de várias partes do mundo e de vários especialistas, as primeiras impressões não enganavam. Todos os tubos estão na posição correta, todos os detalhes que o tornam num carro de corrida estão lá e eu podia até esquecer as modificações bárbaras feitas durante os anos. A antepara foi fortemente modificada, mas os restantes painéis são muito próximos do original. Toda a secção traseira está muito próxima do original, e quanto ao nariz parece feito a partir de um Austin Healey Sprite. O chassis é muito sólido, sem ferrugem visível e todos os pontos de ancoragem são sólidos. Cada vez mais acreditávamos que poderia mesmo ser “the one”. 
Faltava o detalhe fundamental, o que separa o sonho da realidade, o número de chassis. Munidos de lixa atacamos a pequena peça metálica frontal e depois de alguns segundos ele ali estava! MK6 69! O sexagésimo nono Mk6 a sair dos barracões de Hornsey, Londres. Não havia muitas dúvidas, este era um Mk6 original, muito possivelmente o primeiro Lotus a entrar em Portugal no ano de 1955.
Mas porquê Lotus-MG? Há um artigo muito interessante que pode dar algumas pistas sobre o assunto embora nunca avente a possibilidade de ser um verdadeiro Lotus:


http://autohistoria.net/marcas/portuguesas_12.html  

Aqui se conta a história do preparador Mário de Jesus e dos seus trabalhos com base nos MG o que levava a entender que este carro poderia ser um chassis MG já que a mecânica era desta marca. O próprio registo original do carro, a matricula LD-12-06, pertencia a um MG do final da década de 40 o que pode desde logo indicar que o carro nunca foi registado ou conhecido como Lotus muito provavelmente por ser uma marca nova, sem representante em Portugal o que já na altura deveria dificultar o registo correcto. Ora se o carro tinha mecânica MG, porque não registá-lo como MG? Atenção que esta é uma interpretação pessoal pois não tenho dados que confirmem, mas poderá fazer algum sentido. E porque fazê-lo correr como Lotus-MG? Numa altura em que ainda haviam corridas com carros de fabrico nacional, teria sido esta uma tentativa de entrar nessa competição particular esquecendo de forma conveniente que o carro era de facto de fabrico totalmente inglês? Fica a dúvida...
Voltando ao nosso curioso 69, nessa noite tirei algumas fotografias que me ajudariam a clarificar qualquer dúvida existente junto dos especialistas. E após análise das mesmas, mais uma surpresa extremamente agradável sobre o carro. Não só era um potencial Mk6, como poderia ser um dos 3 únicos carros comissionados por Peter Gammon, ex-piloto official de Chapman!Segundo Charles Helps: 
 

”The interesting bit for me is the rear suspension:  the top A-frame and twin short radius rods were only used on three cars that I know about and two of them were Peter Gammon's.  The other car, built about the same time as yours, was chassis 71 - with a lightweight rear end which the Portuguese chassis doesn't have.  I need to do a bit more research on this but Joaquim's chassis may be another Gammon one.”

Em face de todos estes argumentos, o mundo Lotus verdadeiramente conhecedor entra em reboliço e os lances no leilão começam a tornar-se bem mais interessantes, quase exclusivamente vindos do estrangeiro. Coleccionadores ingleses e americanos tentam saber mais e tentam dissipar as ainda poucas dúvidas que restavam. Por esta altura estabeleciam-se alguns contactos com potenciais interessados nacionais que reagem com menor entusiasmo. Uma nota para referir que na altura optamos por não divulgar a história porque subsistiam dúvidas quanto ao historial do carro e tendo nós a intenção do rigor, seria imprudente revelar dados que poderiam não se confirmar. Por esta altura havia também a possibilidade do carro ser retirado do leilão o que nos daria mais tempo de divulgar a história a mais interessados, mas no final a decisão era do Kikas e ele decidiu levar o leilão até ao fim.
No final do leilão um coleccionador da Califórnia aguentou-se até ás 3 da manhã locais para apresentar o seu valor final, £15.211,11 (24,717.40 USD ou 17,978.24 EUR)! Nada mau para um aparente amontoado de tubos...
E assim parte mais uma relíquia da história automóvel do país, por esta altura estarão-se a ultimar os preparativos para a viagem e infelizmente e com muita pena do nosso clube, este pequeno carrinho vermelho sairá de Portugal onde esteve quase 60 anos sem que quase ninguém se apercebesse do seu real valor e da sua importância para a história da marca no país. Sai assim o mais antigo Lotus em existência em Portugal. Por minha parte foi um privilégio o ter identificado e ter passado algumas horas à sua volta. A emoção da descoberta da sua identidade será algo que guardarei com particular emoção.
Ao Kikas agradecemos ter confiado no clube para desvendar parte do historial do MK6 69".
Texto e imagens: Rui Coelho/ Lotus Clube Portugal
http://www.clublotusportugal.com/

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Domingo, 14 de Agosto de 2011

Circuito da Boavista WTCC 2011 parte 13

 

Isep Barchetta 00

 

Não é muitas vezes que deparamos com  novos automóveis de corrida e muito menos projectados e construídos em Portugal.

Foi com grande surpresa que vi o novo protótipo, o Barchetta 00 a ser apresentado ao público no seu lugar de eleição, um circuito, em seu pleno funcionamento. Esta estreia coube ao Circuito da Boavista durante a realização da prova do Campeonato do Mundo de Turismo WTCC 2011.

Só tive pena de não o ver a dar uma voltinha na pista citadina, como bem merecia.

 

BARCHETTA – ISEP

 

 

 

No Boletim Informativo nº6 / 2008 do Instituto Superior de Engenharia do Porto

podia ler-se:

 

 

A NOSSA TECNOLOGIA ISEP.BI

BARCHETTA

NOVO PROJECTO ISEP/MUNDAUTO

QUASE PRONTO PARA COMPETIR

 

Chama-se Barchetta e é um automóvel de competição de dois lugares, mais leve e mais rápido do que o vencedor Fiat Uno 45. A nova criação do Departamento de Engenharia Mecânica do Instituto Superior de Engenharia do Porto foi concebida para ser ela própria a origem de um novo troféu de competição. O desafio está lançado, os parceiros convencidos e o novo automóvel quase apto para correr nas pistas.

É mais um exemplo da cooperação entre docentes, alunos e empresas.

A ideia surgiu no final de um treino do Team ISEP/Mundauto para oChallenge Desafio Único no circuito de Braga, no final do ano passado.

Hoje, a  Barchetta  é  um  protótipo  real  quase  pronto  para  ser experimentado.

O ambicioso projecto de uma equipa que envolve o Departamento de Engenharia Mecânica do ISEP e a empresa Mundauto, liderada por

Luis  Miranda  Torres  (ISEP)  e  José  Leite  (Mundauto),  envolveu directamente, até à data, sete alunos do curso de Engenharia Mecânica.

Esta equipa conta ainda com a colaboração das empresas Alto-Perfis Pultrudidos Lda, BP Portugal SA, Interescape Lda e DBE Suspension Engineering.

Para Luís Miranda Torres, a Barchetta é, antes de mais, “um exercício de integração e aplicação de conhecimentos de engenharia, no qual os alunos têm a oportunidade de trabalhar num cenário real”. Mas a ambição vai mais além. “Para além deste exercício, temos como objectivo homologar a  Barchetta  para  uma  competição  do

Campeonato Nacional de Velocidade, criando um troféu de baixocusto, que se pode posicionar entre o Challenge Desafio Único e as restantes  categorias  existentes  no  panorama  do  Nacional  de Velocidade”, acrescenta o docente.

Neste  momento,  a  equipa  criadora  da  Barchetta  encontra-se  a desenvolver uma segunda versão do chassis, corrigindo alguns pontos em conformidade com a regulamentação da Fédération Internationale de L’Automobile (FIA) e da Federação Portuguesa de Automobilismoe Karting (FPAK).

A nova versão do chassis terá um novo desenho dos berços frontal e traseiro e uma solução mais evoluída no que diz respeito às suspensões”, explica Luís Miranda Torres. Estas correcções, segundo  o  engenheiro,  vão  servir  para  uma  homologação  do automóvel para as futuras provas.

Depois do desenvolvimento desta segunda versão do chassis, segue-se a sua construção, acertos de pormenor na carroçaria, montagem de todos os componentes mecânicos, testes e instrução do processo de homologação” e, depois sim, a Barchetta estará pronta para correr em cenários de verdadeira competição.

Dado que o objectivo último da Barchetta é a criação de um troféu de baixo custo, que se posicione entre o Desafio Único e as provas situadas nos escalões superiores, Luís Miranda Torres explica que o projecto tem sido desenvolvido de forma a permitir que este carro de corrida  possa  ser  adquirido  em  kit  e  construído  pelas  equipas concorrentes de acordo com instruções de montagem, respeitando os regulamentos aplicáveis.

 

A técnica da engenharia

 

A construção da Barchetta integra dois tipos de elementos: uns reciclados e outros criados especificamente para este projecto. O chassis tubular em aço, incluindo os braços de suspensão, a carroçaria em fibra de vidro, o conjunto de pedais e o depósito de gasolina foi,segundo o docente responsável, concebido especialmente para a Barchetta. Os restantes componentes mecânicos são provenientes de automóveis usados sem valor comercial, neste caso, o Fiat Uno 45, entre eles o motor, a caixa de velocidades, a caixa de direcção, as mangas de eixo e os discos de travão.

 

Em termos técnicos, a Barchetta é um carro de corrida aberto com um chassis tubular que se insere na categoria II (automóveis decompetição), grupo E (fórmula livre) e classe 5 (até 1000 c.c.). Tem uma carroçaria em fibra de vidro, motor central de origem FIAT (modelo Uno 45), tracção traseira, travões de disco nas quatro rodas e suspensões com triângulos sobrepostos.

Tal como Luis Miranda Torres explicou ao ISEP.BI, a Barchetta é um carro de corrida para circuitos e rampas que usa a mesma mecânica dos modelos intervenientes no Challenge Desafio Único”. A diferença está nos materiais usados na construção, sendo de esperar que o tempo por volta, em qualquer circuito, seja significativamente mais baixo do que o conseguido pelos melhores Fiat Uno, “uma vez que é mais leve cerca de 200 kg, possui um centro de gravidade e uma distribuição de pesos mais favorável, para além de permitir mais afinações da geometria de suspensões”, explicou o engenheiro.

 

Investigação fundamental para o desenvolvimento do ISEP

 

Para Luís Miranda Torres, todas as iniciativas e projectos ligados à investigação são fundamentais dado que promovem a aplicação de conhecimentos num cenário real e contribuem para o desenvolvimento da  cultura  técnica  dos  alunos.  Além  disso,  promovem  o desenvolvimento de uma visão integrada dos problemas, facto que é, para o engenheiro, fundamental no exercício de qualquer actividade de engenharia”. Projectos como a Barchetta contribuem também para o desenvolvimento das suas capacidades de trabalho em equipa.

Outro aspecto importante é o facto de os alunos desenvolverem trabalho em colaboração com empresas, potenciando a sua colocação mercado de trabalho, como aliás tem acontecido”,  acrescenta  odocente.

No Departamento de Engenharia Mecânica, a satisfação pelo sucesso da Barchetta é geral. Quanto a novos projectos, Luís Miranda Torres confessa que “ideias não faltam, no entanto, é necessário concluir os projectos que estão a decorrer e depois partir para novos desafios.

 

Entretanto... 


Começaram os testes do  Projecto Barchetta  00

 

No início do mês de Agosto teve início o programa de desenvolvimento da Barchetta do ISEP no circuito Vasco Sameiro. Com o apoio do KIB/CAM, a pista de Braga, que reúne características muito interessantes para a realização dos testes dinâmicos, passou a ser o circuito oficial de desenvolvimento deste carro, o que permitirá chegar à fase da sua homologação, para provas de velocidade.

Pedro Matos, o responsável pelo desenvolvimento em pista do carro, registou tempos por volta muito próximos de 1 minuto e 40 segundos, o que deixou toda a equipa muito satisfeita.

 


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Terça-feira, 26 de Julho de 2011

FAP “Fiat-Adler-Palhinhas”

Os FAP “Fiat-Adler-Palhinhas” de Fernando Palhinhas

 

 

 


Durante a visita à Feira de Automobilia, na Boavista deparei com um Singer Junior com aquela traseira em forma de barco, imediatamente vieram-me à memória as palavras do seu proprietário no Palácio de Mateus, quando em 1977 me disse ser o carro vencedor  do 1º Circuito de Boavista, no longínquo ano de 1931.


Singer Júnior Sport Boat-tail “traseira em forma de barco” de 1930

 

 


Há volta uns painéis retratavam uma marca de automóveis FAP, da qual somente recordo a sublime fachada da Garagem Palhinhas. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi neste cenário que decorreu a original apresentação do livro

" Os automóveis FAP de Fernando Palhinhas"

 

 

mais um excelente livro de José Barros Rodrigues onde ficamos a conhecer tudo sobre os carros produzidos por Fernando Palhinhas 'pai' vencedor do único circuito de Trás -os-Montes, em 1925.

 

FAP são as iniciais de Fiat-Adler-Palhinhas uma das marcas que mais notoriedade conquistou no início dos anos 50ª, com a transformação do velho Adler, do qual conservou a carroçaria em 1950, no ano seguinte já corria com três automóveis  

Inúmeros sucessos, onde o mais importante foi certamente o conquistado por Abílio de Barros, o piloto FAP com mais vitórias à geral, bateu Corte - Real Pereira no Grande Prémio do Jubileu do ACP a 26 de Julho de 1953, naquela que foi uma espécie de vingança de sobre o Alda e o seu piloto que haviam vencido a I Taça Cidade do Porto, na Boavista.

O somatório de todas as participações de todos os concorrentes da marca corresponde a 75 resultados, dos quais 21 – quase um terço – são vitórias, à geral ou à classe. No estrangeiro podemos contar com vitórias no Rali a Vigo, em 1951, Circuito de Tanger, em 1954 e Circuito de Agadir, em 1955.

 

 

 

 

Para saber mais: 

 

 


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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Caramulo Motorfestival 2010 - parte 7

 

Passado e futuro

 

Saída de uma “velha senhora”

 

 

 

 

 

 

O Ford T voltou a subir a rampa

 

Um carro muito económico concebido por portugueses.


Protótipo XCO 1i


 

 

 

 

 

 

Protótipo XC 20i


 

 


 

O carro bateu o recorde Ibérico de maior distância percorrida com um litro de combustível

A equipa Eco Veículo participou na Shell Eco-marathon Youth Challenge UK 2010, que decorreu nos dias 29 e 30 de Junho no Rockingham Motor Speedway, no Reino Unido, e contou com a participação de 52 equipas.

 

A equipa conseguiu um desempenho equivalente a 2427 quilómetros percorridos com um litro de gasolina sem chumbo 95.

 

Com este resultado, a equipa obteve o 1.º lugar da sua categoria, o 2.º lugar da classificação geral e estabeleceu um novo recorde ibérico.

 

A prova foi vencida pela equipa TIM 05 (UPS-INSA) que bateu o recorde do mundo de veículos movidos a etanol com 3351 km/L.

in

http://www.ecoveiculo.com/pt/index.html

 

Um automóvel artesanal

locost seven

AP Garage

Apresentação do Sevenesco

 

 

 

 

Amadeu Pires, o seu construtor,  explica passo a passo a sua construção.


1. Este projecto, conhecido por Locost, baseia-se no livro "Build your own sports car..." de Ron Champion, onde se mostra como se pode construir uma réplica do famosoLotus Seven com pouco dinheiro e a partir da mecânica de um carro usado.


Neste caso utilizei um Toyota Corolla 1200 de 1977.


In

http://www.viseudesign.com/Sevenesque.htm

 



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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010

IPA - Industria Portuguesa de Automóveis

IPA 300 1958 - Fabrico Nacional - Porto de Mós

 

Um em bom estado, o outro não.

 

O IPA de um modo geral pode ser considerado como uma evolução do Lusito, no qual foram aplicadas as ideias principais, iniciadas certamente na sequência do auxílio prestado pelo Engº Monteiro Conceição, na sua oficina de metalomecânica, em Porto de Mós, aquando de uma pequena avaria surgida durante uma viagem do pequeno protótipo, em 1954.

Destinado a motorizar uma pequena família e alguma bagagem, é um automóvel novo do qual  foram construídos e desenvolvidos dois protótipos, um 2+2 o DD-85-80 e um belo coupé o BD-94-94.



 

O motor escolhido foi o  British Anzani de 2 cilindros , 2 tempos e 15 cv, que equipava os pequenos automóveis comerciais ingleses Astra.


O IPA 300, era um elegante coupé  apresentado na Feira das Industrias Portuguesas em1958, era a estrela do certame, que contou com a presença de Presidente da Republica General Craveiro Lopes e de Marcelo Caetano.


 

O 2+2 foi entretanto acabado e também recebeu o livrete provisório para circulação e experiencias.

A licença de fabricação em serie nunca seria emitida, uma vez que já se pensava na montagem no nosso pais de veículos em Kit CKD (completly knocked down) provenientes de outros países.

 

Um belo exemplar do nosso parque automóvel

O coupé

 

 

O IPA 300 no Museu do Caramulo, durante a exposição Automóveis Portugueses.

 

O 2+2

 

 

 

 


 

 

Num trabalho de divulgação do Museu do Caramulo, na AutoClássico Porto 2009, Patricio Patrício Gouveia conversava com os visitantes que por lá apareciam e pretendiam as mais diversas informações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IPA Fabrico Nacional Porto de Mós


 

 

Saber mais

 

 

Auto Foco nº 514 de 28 de Janeiro de 2010

O  artigo em duas paginas intitulado a “A efémera estrela da industria nacional “ como sempre assinada por José Barros Rodrigues




O livro Automóveis Portugueses, editado pelo Museu do Caramulo, amplamente ilustrado com fotografias da época.

 

Uma oportuna actualização


As variantes planeadas para a gama IPA

O descapotável e o familiar 325.


In Auto Foco nº 528 de 6 de Maio de 6 de Maio de 2010

 

 

 



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